Curiosidades da Obra Cinematográfica de Alejandro Jodorowsky

Cineasta, poeta, homem do teatro, surrealista, escritor (de romances e roteiros de cinema/quadrinhos) e psicomago (Jodorowsky é psicólogo, uma vez por semana ele faz umas charlatices com cartas de Tarô que servem de auto-ajuda à sociedade classe-média entediada de Paris). O melhor livro que já li, “Cuando Teresa Se Onojó Con Dios”, foi escrito por ele. Três dos melhores filmes que já vi foram escritos/dirigidos por ele (“El Topo” de 1970, “The Holy Mountain” de 1973 e “Santa Sangre” de 1989). Resolvi postar inúmeras curiosidades sobre a obra cinematográfica deste genial chileno cheio de clássicos (“Tusk”, longa de 1980, é o único filme dele que achei bem ruim). Essas informações que posto aqui são para os cinéfilos já iniciados na obra cinematográfica dele.

Infância:

* Nasceu ao Norte do Chile, Tocopilla, onde por 3 séculos não havia chovido, sendo o lugar mais seco do mundo. Na cidade havia apenas 8 árvores e até seus 10 anos foram as únicas árvores que ele conheceu. Tocopilla era uma cidade portuária de 2 mil pessoas onde aportavam navios do mundo inteiro. Havia a rua do puteiro e para as crianças era uma grande aventura ver o que acontecia por lá. Jodorowsky e os amiguinhos se masturbavam em círculos onde ele se descobriu diferente (branco, circuncidado com pênis no formato de cogumelo enquanto os amigos eram morenos com pênis pontudo.

* Ainda criança assistiu ao funeral do pênis de um marinheiro.

* Nunca teve contato físico com seu pai. Quando tinha uns cinco anos o carro que os levava quebrou e seu pai teve que carrega-lo por alguns quilômetros, isso marcou Jodorowsky prá sempre.

* O interesse pelo estudo das religiões veio porque seu pai era um ateu fanático. Toda vez que Jodorowsky ganhava algum símbolo religioso seu pai atirava-o no sanitário gritando: “Deus não existe!”

* Se formou em Filosofia e Psicologia.

Movimento Pânico:

* O nome remete ao Pânico e ao Deus Pan. Suas peças teatrais eram uma mistura de vanguarda, cinema e literatura.

* Fernando Arrabal era um de seus parceiros nas peças de Teatro de Pânico. Suas peças teatrais lembram os filmes de Otto Mühel e Kurt Kren (adoro os filminhos deles), só que não tão radicais.

* Criaram o movimento Pânico porque achavam que o surrealismo estava morto. O Surrealismo não gostava de rock’n’roll, não gostava da ficção cientifica, da pornografia. Politicamente os surrealistas eram trotskystas. O movimento do pânico era uma piada. Eles (Jodorowsky e Cia.) chamavam de pânico qualquer coisa que faziam. Acreditavam em confusão e desordem. Acreditavam que um artista precisava estar dentro do seu trabalho. Mas o grupo cultural, a sociedade, os levou a sério e acreditavam, até hoje, que foi um movimento. Mas nunca existiu, é uma piada, a cultura popular é idiota.

* “La Cravate” é o primeiro filme de Jodorowsky, feito de forma intuitiva, sem ser pensado, como “Fando Y Lis”.

Fando y Lis:

* Um dia fez amizade com um garoto com Síndrome de Down, transformou-o em assistente e motorista. Já estava filmando algumas coisas do “Fando Y Lis” (O garoto aparece na cena em que Lis é oferecida a 3 homens, o garoto com problemas mentais é o de cartola) e este garoto cometeu suicídio (acidental) quando sua cama pegou fogo com ele fumando um baseado. O pai deste garoto era Moshe Rosenberg,  um rico comerciante de jóias no México. Pela dedicação de Jodorowsky ao seu filho quis pagar uma peça, mas Jodorowsky pediu 100 mil dólares para terminar o “Fando Y Lis”. Moshe Rosenberg também foi um dos investidores no filme “El Topo”.

* “Fando Y Lis” é inspirado na peça de Fernando Arrabal, o roteiro tinha uma página e Jodorowsky foi fazendo o filme baseado em suas memórias da peça. Arrabal, como todo artista surreal, odiou o resultado.

* A peça era meio auto-biográfica. Fando possuí tanto ódio de Lis porque possuí ódio de sua mãe. Num flashback vemos que a mãe de Fando acusa seu pai de ser um revolucionário e ele é preso. Essa cena é inspirada na mãe de Arrabal que acusou o pai de Arrabal de ser um revolucionário. Arrabal tentou se exorcizar disso em seus dois primeiros filmes, “Viva la Muerte” (1970) e “J’irai Comme un Cheval Fou” (1973).

* Quando fez “Fando Y Lis” Jodorowsky não sabia nada de técnicas cinematográficas, então se amarrou ao diretor de fotografia (Rafael Corkidi) por um fio de borracha e movia o diretor de fotografia ao seu bel prazer.

* Jodorowsky odiava o ator que interpretou Fando por ele ser profissional demais. Depois disso sempre fazia questão de usar atores amadores quando possível.

* Nas cenas do cemitério das crianças enterradas foram filmar numa pequena cidade. Filmaram rápido e escondidos porque não tinha autorização e como haviam arrancado e misturado as cruzes achavam que poderiam ser mortos pela população.

* Na cena das pessoas nuas na lama Jodorowsky queria todos nus mas não pode fazer porque havia um espião do governo. A censura mexicana, na época, era bem pior que a censura brasileira.

* Os atores que fazem os travestis não são atores, são todos travestis reais que Jodorowsky mandou um assistente gay procurar pro filme.

* Na cena em que é tirado o sangue do braço de Lis (sem cortes), o ator que tira o sangue é um médico de verdade que quis trabalhar no filme. Ele tira sangue de verdade no braço e bebe, em 1966 não existia AIDS. Com a cena Jodorowsky quis simbolizar que todos os adultos são vampiros que sugam a inocência das crianças. O filme é sobre crianças perdendo a inocência, sobre a relação homem-mulher.

* Nos filmes de Jodorowsky se vê bastante (principalmente “Fando Y Lis” e “Holy Mountain”) pessoas alvejadas por tiros com pássaros que voam para fora destes ferimentos. Para os Egípcios a alma era um pássaro.

* Quando terminou as filmagens de “Fando Y Lis” Jodorowsky mostrou as cenas para Carlos Savage (que foi o editor de todos os filmes do Buñuel feitos no México) que o ajudou com idéias.

* “Fando Y Lis” foi filmado de forma “fora da lei”, sem permissão do sindicato mexicano. Foi dividido em 4 capítulos porque o sindicato, tomado por velhos diretores, não deixavam jovens diretores dirigir. Assim parecia quatro curtas e recebia apoio do sindicato dos curtas e podia ser exibido. Quando o filme ficou pronto um produtor o inscreveu no Festival de Acapulco e o escândalo foi tão grande que cancelaram o festival prá sempre.

* Emilio Fernandez, o maior diretor mexicano da época, que já havia matado duas pessoas, neste mesmo festival, disse: “Matarei Jodorowsky hoje à noite!”. Jodorowsky o viu na festa do festival e descobriu que ele sempre bebia uma garrafa de uísque, mandou outra garrafa de presente e quando viu que ele havia secado a primeira garrafa foi até ele e disse: “Estou aqui para você me matar!”. Emilio Fernadez gargalhou e disse que ele havia dado uísque e que estava tudo bem. No dia seguinte Emilio Fernandez declarou num jornal que queria ser assistente do Jodorowsky no próximo filme dele. Quando Jodorowsky filmou “Santa Sangre”, em 1989, precisou de uma casa estranha e alugou da filha de Emilio Fernadez a casa dele para filmar.

* Depois que finalizou “Fando Y Lis” ninguém queria saber do filme e não foi exibido por um ano.

El Topo:

* Primeiro Jodorowsky escreveu o roteiro de “El Topo”, aí mudou o roteiro ao encontrar as locações. Depois que encontrou os atores fez novas mudanças. Assumiu a personagem “El Topo” porque nenhum outro ator mexicano aceitou.

* Como não tinha dinheiro prá fazer os figurinos, Jodorowsky alugou trajes de uma ópera e o físico dos atores que determinava quem usava o que.

* Os atores só tem diálogos nos filmes dele quando não pode mostrar algo visualmente.

* “El Topo” começa quase biográfico. Quando Brontis (filho de Jodorowsky) desce do cavalo para enterrar o urso de pelúcia, era seu próprio urso de pelúcia. O retrato da mulher sobre a cova era a mãe de Brontis, ex-mulher de Jodorowsky. Fazia sete anos que Jodorowsky não via Brontis e no dia daquelas filmagens era o aniversário moleque.

* “El Topo” é um Deus vingativo, para cria-lo buscou inspiração em Zorro, Elvis Presley e nos rabinos. Também se inspirou em Moisés já que quando “El Topo” está no deserto faz os mesmos milagres.

* Os animais que ele usa no começo do filme eram animais doentes que ele comprou num abatedouro.

* O massacre da cena inicial ele filmou num local que não havia água, Jodorowsky levou mais de 5 mil litros prá fazer sangue. Nessa cena ele deixou os figurantes deitados no sol por mais de 4 horas, depois teve que leva-los pro hospital por causa da insolação. Ninguém reclamava porque ele se vestia de negro e agia como um Deus perverso e todos no set tinham medo dele (queria ver Jodorowsky e Klaus Kinski no mesmo set).

* Os coelhos foram levados prá filmar no deserto mas começaram a morrer de calor, se você prestar atenção vai ver os coelhos agonizando de calor durante o decorrer da cena onde eles aparecem.

* O técnico de som nos filmes de Jodorowsky sempre é o Gavira, que usava seu corpo e uma mala cheia de lixo prá criar os efeitos sonoros. Ganhou um Oscar depois ao fazer os efeitos sonoros do “O Exorcista”.

* Em todos seus filmes Jodorowsky dubla os atores.

* O diretor Alfonso Arau (que depois ficou famoso ao dirigir o filme “Como Água Para Chocolate”), aparece no filme como um dos pistoleiros que “El Topo” mata logo no começo do filme.

* Em “El Topo” há bandidos malvadões homosexuais (que dançam com os padres numa cena belíssima) e os xerifes homosexuais na cidade (cenas no vilarejo, perto do fim do filme), foi um choque na época.  Inclusive os padres são feitos por garotos loiros (muito difíceis de se achar no México) que Jodorowsky mandou seu assistente gay achar.

* O primeiro mestre, que é um carrasco (mas quando está sem os símbolos do poder é uma quase uma criança) inspirado em Pinochet.

* Jodorowsky explica que no filme os bandidos se redimem, o mocinho se torna mal. Não há distinção clara entre o bem e o mal, isso é uma doença americana. Ninguém é mal completo. Ninguém é bom por completo. Ninguém é mau por completo. Jodorowsky acha que se existe mal no mundo todos são culpados por este mal.

* Os dois meio-homens que fazem o Double-pistoleiro completo, se odiavam, mas funcionavam bem na tela formando o John Wayne jodorowskiano.

* Com o “El Topo” ele teve problemas com o sindicato novamente. Mas não respeitava o sindicato e filmava sem permissão. Em “El Topo” todas as cenas do deserto foram filmadas com 8 técnicos em 4 semanas.  Depois veio o sindicato que contratou 100 pessoas que passavam o dia inteiro comendo e se embriagando.

* Geralmente filmava tudo em uma ou duas tomadas (raramente 3) porque não havia tempo nem dinheiro. E as atuações eram realizadas quase em transe.

* Ao filmar “El Topo” ele queria expressar o que estava aprendendo com a meditação Zen, se sentia quase um santo. Mas ao mesmo tempo queria triunfar como artista. Depois se afastou deste sentimento e ficou anos sem gostar do filme.

* Na cena final Jodorowsky queima um esqueleto humano de verdade para ter maior realismo.

* Nesta época Jodorowsky acreditava que o cinema era uma arte. Era uma busca por um cinema sagrado (por isso o uso de tudo que é símbolo religioso).

* “El Topo” custou 400 mil dólares. Para diminuir despesas encontraram uma cidade cinematográfica que fora usada numa produção americana. Teve que se apressar e filmar todas as cenas finais na cidade porque estavam colocando uma rede de alta tensão e o set ficava no meio. Subornavam os trabalhadores da rede de alta tensão para atrasarem o trabalho e assim a produção do filme ganhar mais tempo.

* Todo orçamento do filme era em cheques, quando acabaram as filmagens tinham uma dívida de 400 mil dólares e um filme que não era entendido pelos mexicanos e não tinha distribuição internacional. Até que conseguiram vender o filme e o resto é lenda.

* “El Topo” foi o primeiro filme com estréia sem críticos convidados. O distribuidor não queria que os críticos destruíssem o filme antes do público ver.  Então foi feita a primeira exibição e se formou o que hoje é conhecido por “Sessão da Meia-Noite”. A crítica do New York Times destruiu o filme com uma crítica negativa e o público reagiu enviando cartas indignadas, tanto que o jornal acabou publicando uma página inteira elogiando o filme.

* “El Topo” foi exibido no cinema Elgin quando John Lennon e Yoko Ono estavam exibindo seus curtas do movimento Fluxus. O distribuidor do filme pediu pro John Lennon apresentar o filme e pedir que os espectadores ficassem para assisti-lo. As pessoas ficaram e “El Topo” virou filme Cult. Ficou um ano em cartaz no cinema Elgin. Jodorowsky acompanhou umas 3 sessões do filme e sempre era exibido com uma nuvem de fumaça de maconha pairando no ar.

* Depois que fez “El Topo”, o cineasta Sergio Leone o chamou para jantar, queria saber como tinha feito os movimentos de grua. Jodorowsky respondia: “Grua?… Que Grua, subi numas cadeiras!”.

The Holy Mountain:

* Em “Holy Mountain” o produtor secreto era John Lennon que deu um milhão pro Jodorowsky fazer o filme através da gravadora Apple.

* Allen Klein apresentou os Beatles para Jodorowsky. George Harrison ficou encantado com o roteiro e queria fazer o filme, com exceção da cena onde o ladrão estava nu e o alquimista lava seu ânus. Jodorowsky achava que precisava  mostrá-lo porque “Holy Mountain” não era apenas um filme, mas sim um filme que mudaria a vida das pessoas e fazendo a cena George Harrison estaria dando um grande exemplo ao deixar o ego para trás. Harrison argumentou que não podia mostrar seu ânus num filme e Jodorowsky, cabeçudo como todos os bons surrealistas, não removeu a cena. Deu o papel do ladrão à um cômico e perdeu milhões de dólares de bilheteria por não usar George Harrison no filme.

* “Holy Mountain” é a tentativa de se fazer um filme sagrado. Jodorowsky, nesta época, almejava mudar a humanidade com seus filmes. Achava que o cinema deveria ser melhor e mais poderoso que o LSD, que seu cinema iria ser uma fonte de iluminação para o público.

* Para entender o “Holy Mountain” é interessante estudar as cartas do Tarô e também a Cabala porque são usados vários elementos dela. Por exemplo, a personagem principal de “Holy Mountain”, o ladrão cristão, é o louco do Tarô.

* Para a cena da conquista da América espanhola interpretada pelo Gran Circo de Sapos e Camaleões, Jodorowsky conta  que foi muito difícil vestir os sapos, sua urina era como ácido. Quando colocavam as armaduras os sapos se enchiam de ar e depois o soltava para escapar. Os camaleões vestem trajes astecas e os símbolos ali são todos astecas.

* Nesta época ele queria trabalhar apenas com pessoas comuns/reais. Pensava: “Vou filmar com pessoas comuns e ilumina-las!”.

* Quando filmou a cena dos soldados dançando com os civis (que são a mesma coisa: um soldado é um civil de uniforme, um civil é um soldado sem uniforme), apareceu um cara ensandecido e colocou uma arma no peito dele e disse: “Pare de filmar ou te mato!”. Jodorowsky ficou louco e começou a gritar: “Se me matar, eu te mato!”. E o cara foi embora.

* No México foi o lugar onde Jodorowsky mais foi ameaçado. Durante as filmagens de “The Holy Mountain” a igreja publicou um livro contra ele, o ministro do interior pediu prá ele não colocar uniformes no filme, nem padres, nem militares, nem bombeiros. Nada. Foi quase uma ameaça de morte. No dia seguinte Jodorowsky juntou todo seu material, família e equipe e foi prá New York terminar o filme lá.

* No filme as cartas de Tarô usadas foram inventadas por ele.

* A trilha sonora foi criada por Jodorowsky e Don Cherry, um músico de vanguarda que se vestia com um terno feito de retalhos, tocava um trompete quebrado e tudo que usava em sua casa era recolhido do lixo.

* Como não havia dinheiro, os cenários grandiosos do filme são fábricas transformadas em lugares surrealistas.

* Jodorowsky vivia repetindo: “O artista deve ser um curandeiro!”.

* Quando filmou nas montanhas, os xamãs que aparecem no filme não são atores, são xamãs verdadeiros que vivem nas montanhas e que ele deixou improvisar no filme.

* Quando começaram a escalar a montanha, Jodorowsky decidiu que precisavam mesmo escalar a montanha. Mas ficavam exaustos por causa da altitude.

* Ele não planejou terminar o filme do jeito que termina. A idéia inicial era que iriam flutuar no ar e se tornariam imortais. Mas devido as dificuldades de se filmar na montanha, decidiu que o fim do filme seria no mundo real. “Somos mortais e o cinema é uma ilusão!”. Esse final causou muita polêmica e deixou muitas pessoas zangadas. “Chega de símbolos!”, é a mensagem final (essa explicação é do próprio Jodorowsky, não é minha).

* Um dos produtores de “The Holy Mountain” fugiu com 300 mil dólares e nunca mais apareceu.

* Quando o filme foi prá Cannes o presidente do festival pediu pro filme ser inscrito em nome de um país. Mas o México se recusou a reconhecer a fita.

* Depois do sucesso de “The Holy Mountain” Allen Klein queria que Jodorowsky dirigisse “A História de O”, só que Jodorowsky se recusou a fazer e entrou no Projeto de “Duna”.Por isso,  Allen Klein parou de exibir “El Topo” e “The Holy Mountain”. Os filmes sobreviveram pela pirataria. 30 anos depois fizeram as pazes e os filmes foram liberados em DVD com cópias decentes.

Última:

* Jodorowsky afirma que a grande enfermidade do cinema hoje são os atores. A segunda os distribuidores, os donos das salas. Se conseguir fazer um novo filme quer tirar esse filme dos cinemas e exibir ele nos muros das cidades, em museus, em festivais. Um filme livre que pague seus custos e seja exibido em todos os lugares

Trailers (ou não) dos longa-metragens de Jodorowsky:

10 Respostas to “Curiosidades da Obra Cinematográfica de Alejandro Jodorowsky”

  1. muito bons os posts , so coisa boa !

    jodorowsky e bowie na sequencia ta dmais hehe !

    sobre a putaria slutwoman d alguns posts anteriores, legal mas vc ja viram coisas da belladona ? ela é foda !

    sobre som uma curiosidade : vcs curtem tbm a linha mais goregrind / cybergrind ?

    falozz, pazz

  2. Conheço sim a Belladona, gosto bastante dos filmes dela, numa futura oportunidade (quando pintar inspiração) já faço sobre ela.

    goregrind é o que eu mais adoro (Cybergrind também), quanto mais podreira melhor!!! Mas hoje em dia sou bem mais eclético que na minha adolescência, tipo agora tô ouvindo uma coletânea de sons da Motown enquanto respondo aqui, hauahauahauaahaua

    Sou fanático pela banda Lymphatic Phlegm, por exemplo, do meu grande amigo André Luiz (que também faz 2 papéis no meu filme “Ninguém Deve Morrer” de 2009)…

    Abração e volte sempre!
    E (s)pazz !!!

    • caraca eu nem sabia q Lymphatic Phlegm é brasuca q foda !

      eu tbm escuto funk, disco e grooves entre muitas outras coisas , ecletico sempre !

      volta e meia vcs falam sobre bowie q e outro q curto dmais

      enfim cara parabens pelo blog to lendo toda semana haha (no minimo rs) – volta e meia posto o link no meu face, vo colocar tbm no meu site agora aproveitando

      pazz

  3. Dae Petter, barulho na orelha hein!
    Jodorowsky é fora de série mesmo cara. Santa Sangre é lindo.
    Harmony Fault gravou o cd e está quase td ok. Uma música se chama BLERGHHH e tem umas frases do Manifesto Canibal. “NÃO QUERO UM POUCO DE SANGUE. QUERO UM BALDE CHEIO”
    abs ae

  4. Muito bacana!, sou entusiasta da estética do Jodorowsky, um dos cineastas mais completos da história do cinema, que sempre redirecionava o cinema pra arte, contrariando a tendencia comercial..
    Lindo!

  5. hahaha “s(pazz)” banda foda, no mesmo nive lde siege

  6. Jodorowsky e’ DEUS! Apenas isto…

  7. […] Após “Dark Star” esteve por alguns anos envolvido no projeto “Duna” de Alejandro Jodorowsky. Seus melhores trabalhos são os roteiros para filmes como “Alien” (1979) de Ridley […]

  8. […] Nico afundou sua carreira nas drogas e Tony Defries, o advogado rockstar, se tornou uma espécie de Allen Klein do rock’n'roll e criou David Bowie como os fãs do camaleão o conhecem […]

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