Arquivo para junho, 2011

Momento Imperdível de sua Vida

Posted in Vídeo Independente with tags , , , , , , , , on junho 29, 2011 by canibuk

Cristian Verardi traz até Porto Alegre a sessão “A Vingança dos Filmes B”, composta de cinco filmes independentes dos diretores Joel Caetano, Felipe Guerra, Gustavo Insekto, Filipe Ferreira e Petter Baiestorf.

A sessão começa às 17 horas do dia 02 de julho (sábado) na Usina do Gasômetro, sala de cinema P.F. Gastal e é a oportunidade única para você ter o momento mais imperdível de sua vida assistindo aos cinco filmes lindos programados com direito à, depois da exibição maravilhosa, um debate inteligentíssimo e sério com os diretores de tão belos filmes!

Preencha sua vida com este momento de alegria e diversão ao lado de vários caras legais!

IMPORTANTE: Fale que você é leitor do Canibuk e entre de graça!!!!

Canibuk entra hoje nuns 20 dias de férias prá curtir o friozinho do inverno, depois Leyla e eu postaremos algumas fotinhos de nossas férias e novas novidades da cultura obscura/underground mundial! (Aliás, este post é o de número 401, aproveite nossas férias para ler os posts antigos e ajude a divulgar o blog).

Até breve!!!!

FantasPoa 2011

Posted in Cinema with tags , , , , , , , , , , , , on junho 29, 2011 by canibuk

Rodrigo Aragão, Walderrama e eu...

Nesta sexta-feira dia 01 de julho começa o FantasPoa 2011 com o lançamento oficial do longa-metragem “A Noite do Chupacabra” (2011) de Rodrigo Aragão (diretor do cult “Mangue Negro”) estrelado por Joel Caetano (O Herói), Walderrama dos Santos (a Criatura Chupacabras), Cristian Verardi (O temível Velho do Saco), eu (Petter Baiestorf) no papel do vilão do filme e grande elenco capixaba (como o ótimo ator Markus Konká, Kika de Oliveira, Reginaldo Secundo, Ricardo Araújo, Antônio Lâmego e Mayra Alarcón). Não percam a exibição do filme no Cine Bancários, sexta-feira dia 01 de julho, às 21:15.

No dia 02 segue o FantasPoa com a exibição do “Pólvora Negra” (2011) de André Kapel e no dia 03 com o novo longa-metragem de Felipe Guerra, “Entrei em Pânico 2”. E depois o evento segue por mais 15 dias com destaque a participação do diretor italiano Lamberto Bava que, entre seus sucessos, se destaca por ser filho do grande Mario Bava e assistente de direção do Ruggero Deodato e Dario Argento.

Meu amigo Chupacabras e eu em festinha no FantasPoa...

A programação completa do FantasPoa você pode conferir aqui:

http://fantaspoa.com/2011/novo/programacao

Sem esquecer que também no dia 02 de julho vai rolar a Sessão “A Vingança dos Filmes B” na sala P.F. Gastal (Usina do Gasômetro) às 17 horas da tarde do Sábado com presença de Joel Caetano, Felipe Guerra, Filipe Ferreira, Gustavo Insekto e este que vos escreve.

Abaixo fotos da produção “A Noite do Chupacabras”:

Eu e Chupacabras prontos prá detonar o FantasPoa 2011.

O Monstro Souza

Posted in Literatura with tags , , , , , , , , , on junho 28, 2011 by canibuk

“O Monstro Souza [romance fastifud]” (2010, 235 páginas) de Bruno Azevêdo & Gabriel Girnos. Editora Pitomba.

Como é bom (e raro) achar um livro que surpreenda do início ao fim. “O Monstro Souza” é um destes livros. Bruno Azevêdo criou uma delirante história cheia de referências POP que o público brasileiro vai reconhecer na hora (principalmente os moradores da cidade de São Luís/MA, terra do autor e do Sarney (nem tudo é perfeito nesta vida), que se torna personagem importante (a cidade, não o Sarney) da trama do livro com suas barraquinhas de cachorro quente, putas, policiais sacanas, políticos pervertidos e ruas históricas).

A trama do “O Monstro Souza” é um achado do surrealismo (ou realismo fantástico, como você preferir, nunca sei diferenciar as duas): Na barraca de cachorro quente do Souza, um cachorro quente (apelidado de Souza) é jogado fora sem ser comido e adquire pernas/braços/olhos/boca/pau/vida e passa a perambular por São Luís se tornando objeto sexual das putas feias da cidade e garoto de programa para qualquer solitário com uns poucos reais no bolso:

“Vender o corpo era um negócio cada vez mais concorrido: os pontos da Pedro II, Itaqui e Portinho abrigavam a prostituição suja, das pernas cabeludas e caronas eventuais, do uisquinho pro capitão; o Colonial Shopping era mais uma zona adolescente, onde o assessor do deputado ia pegar o aluno do Liceu prum chopinho; as faculdades do outro lado da ponte eram a ressureição das velhas casas de cômodo do Desterro, a luz vermelha em meio à renascença, a semeadura dos vinhais da Atenas: ali a Criatura nem pisou. O preço deste livro, por exemplo, é muito mais alto que o de um boquete na Pedro II.

Ainda assim, inferninhos tradicionais como a Pedrita no Tirirical e o La Maison no (se não me engano) São Cristóvão ainda sobreviviam. Por fim, tendo o Anil e o Bacanga por pernas que fossem, e o braço de mar como uma cintura de respiração profunda, a Praiagrande era uma boceta exposta e fedendo a cancros.

A Criatura nem sentia.

Comia, dormia muito e passava bastante tempo percebendo o mundo pela janela do cortiço, atirando ervilhas escada abaixo.

Era uma pessoa como qualquer outra.”

O ponto alto do livro é sua narrativa original que mistura texto com poesia, com quadrinhos (ilustrações belíssimas do Gabriel Girnos), com recortes de jornal, tiras, fotos, propagandas, letras de música, onomatopéias, aqueles bilhetinhos de surdo-mudo pedindo esmola e muitas outras formas de contar uma história criativa/empolgante. Não existe limites no “O Monstro Souza” e gosto disso!!!

Se você quer experimentar o livro, entre em contato com o Bruno Azevêdo pelo e-mail: bazvdo@hotmail.com e encomende um exemplar, tá custando apenas R$ 24.00 já com as despesas postais incluídas.

Curiosidade: A capa do livro foi feita pelo Gabriel Girnos sob desenho do Marcatti.

Abaixo algumas páginas do livro:

As Metamorfoses do Vampiro

Posted in Literatura with tags , , , , on junho 27, 2011 by canibuk

E no entanto a mulher, com lábios de framboesa,

Coleando qual serpente ao pé da lenha acesa,

E o seio a comprimir sob o aço do espartilho,

Dizia, a voz imersa em bálsamo e tomilho:

– “A boca úmida eu tenho e trago em mim a ciência

De no fundo de um leito afogar a consciência.

As lágrimas eu seco em meus seios triunfantes,

E os velhos faço rir com o riso dos infantes.

Sou como, a quem me vê sem véus a imagem nua,

As estrelas, o sol, o firmamento e a lua!

Tão douta na volúpia eu sou, querido sábios,

Quando um homem sufoco à borda de meus lábios,

Ou quando o seio oferto ao dente que o mordisca,

Ingênua ou libertina, apática ou arisca,

Que sobre tais coxins macios e envolventes

Perder-se iam por mim os anjos impotentes!”

.

Quando após me sugar dos ossos a medula,

Para ela me voltei já lânguido e sem gula

À procura de um beijo, uma outra eu vi então

Em cujo ventre o pus se unia à podridão!

Os dois olhos fechei em trêmula agonia,

E ao reabri-los depois, à plena luz do dia,

A meu lado, em lugar do manequim altivo,

No qual julguei ter visto a cor do sangue vivo,

Pendiam do esqueleto uns farrapos poeirentos,

Cujo grito lembrava a voz dos cata-ventos

Ou de uma tabuleta à ponta de uma lança,

Que nas noites de inverno ao vento se balança.

Charles Baudelaire.

Sessão “A Vingança dos Filmes B”

Posted in Vídeo Independente with tags , , , , , , , , on junho 26, 2011 by canibuk

Dia 02 de julho, paralelo ao FantasPoa de Porto Alegre/RS, rola um evento imperdível na sala de cinema P.F. Gastal às 17 horas com a exibição de 5 filmes independentes de diretores Gaúchos, Paulistas e até esse Catarina que vos escreve.

Segue texto da curadoria da Sessão:

“Sobrevivendo às margens do cinema mainstream, as produções independentes de baixo orçamento, além das óbvias dificuldades financeiras de realização, sempre lutaram contra um sistema de distribuição dominado por monopólios, e por vezes com a incompreensão de um público acostumado a uma estética cinematográfica culturalmente imposta pelos grandes estúdios. Durante anos a falta de um mercado exibidor adequado ocasionou o isolamento destas produções em guetos cinéfilos, o que invés de enfraquecer, auxiliou a reforçar o seu caráter de independência, fomentando uma espécie de cinema orgânico, criativo e livre de amarras impostas pelos padrões mercadológicos, possibilitando tanto a experimentação anárquica como a reprodução antropofágica de conceitos tradicionais do cinema de gênero. Na última década a ascensão das mídias digitais possibilitou o acesso facilitado aos meios de produção e exibição, dando maior visibilidade a obras que até poucos anos atrás estariam restritas a um pequeno grupo de cinéfilos.

Esta breve mostra intenciona levar para a tela da Sala P.F. Gastal um grupo de realizadores que ainda luta bravamente por seu espaço no mercado exibidor, ou simplesmente busca encontrar o seu público. Apesar dos diferentes formatos de linguagem, proposta e produção, as obras selecionadas têm em comum, além do baixo (ou zero) orçamento, o diálogo franco e apaixonado com o cinema de gênero, seja investindo no thriller policial ou no horror, ou anarquizando com a tradição dos westerns e dos musicais, ou até mesmo captando uma simples conversa entre dois cinéfilos embriagados. A exibição na tela de um cinema é uma pequena vingança dos filmes B contra um sistema atrelado aos vícios mercadológicos e estéticos da indústria cultural, ou como diria Petter Baiestorf “um grito de guerra dos que nada tem e tudo fazem, contra os que tudo tem e nada fazem”.

Sala P.F. Gastal (3° andar da Usina do Gasômetro), sábado, 02 de julho, 17h. Após a sessão debate com os realizadores, Petter Baiestorf, Felipe Guerra, Joel Caetano, Filipe Ferreira e Gustavo Insekto. O debate será moderado pela Profa. Dra. Laura Cánepa (UAM).  ENTRADA FRANCA.

(Cristian Verardi- Curadoria)

"Estranha" (Joel Caetano).

Programação:

Exorcistas (RS, Brasil, 2011, 7 minutos) de Luis Gustavo “Insekto” Vargas. Com Doutor Insekto e Paulo “Blob” Teixeira.

Dois amigos em uma noite de tédio, bebem, fumam, e elaboram teorias sobre o filme “O Exorcista”, de William Friedkin.

"Exorcistas" (Insekto).

Extrema Unção (RS, Brasil, 2010, 19 minutos) de Felipe Guerra. Com Rodrigo M. Guerra, Oldina Cerutti do Monte, Leandro Facchini.

Um incauto rapaz se muda para uma casa supostamente assombrada pelo fantasma de uma velha fanática religiosa. (Menção Honrosa “Melhor Susto de Velhinha Fantasma”, no Cinefantasy 2010).

"Extrema Unção" (Felipe Guerra).

Estranha (SP, Brasil, 2011, 12 minutos) de Joel Caetano. Com Mariana Zani, Kika Oliveira, Roberta Rodrigues, Tiago F. Galvão, Walderrama dos Santos.

 Duas mulheres em uma estranha e sensual trama de amor, vingança, violência e psicodelia! (Novo trabalho do paulista Joel Caetano, do premiadíssimo curta-metragem “Gato”).

"Estranha" (Joel Caetano).

Ninguém Deve Morrer (SC, Brasil, 2009, 30 minutos) de Petter Baiestorf. Com Gurcius Gewdner, Lane ABC, Daniel Villa Verde, Jorge Timm, Ljana Carrion, Coffin Souza, Insekto.

Um western musical. Eles cantam, dançam e as vezes matam também! O pistoleiro Ninguém decide largar tudo o que sempre considerou importante: a mulher amada, o grupo de amigos cineastas-assassinos-de- aluguel, e o boi de estimação. No entanto, antes de se redimir precisará enfrentar a fúria de seus antigos comparsas. Mais uma insanidade cinemática de Petter Baiestorf, um dos maiores mitos do underground brasileiro. (Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Montagem no I Guaru Fantástico).

"Ninguém Deve Morrer" (Petter Baiestorf).

Os Batedores (RS, Brasil, 2008, 20 minutos) de Filipe Ferreira. Com Marco Soriano Jr., João França, Jack Gerchmann, Artur José Pinto, Jefferson Rachewsky.

Raul, um habilidoso batedor de carteiras é surpreendido pelo retorno à ativa de Amadeu Deodato, um figurão que domina o submundo da cidade e com o qual o tem uma grande dívida. Em sua trajetória na busca de dinheiro para saldar a dívida, Raul se depara com outros marginais, como Odilon, seu antigo mentor, Marcião, um perigoso travesti agiota, e Tosco, um brutamonte psicótico. (Melhor direção no I Festival de Cinema de Ribeirão Pires).

"Os Batedores" (Filipe Ferreira).

O Tormento de Mathias

Posted in Vídeo Independente with tags , , , , , , , , , , on junho 25, 2011 by canibuk

“O Tormento de Mathias” (1992-2011/54 minutos) de Sandro Debiazzi, resgata o termo trash-movie com orgulho e tira proveito da estética trash. Enquanto outros cineastas brasileiros tem medo de que suas obras sejam chamadas de trash, Sandro Debiazzi se assume como trashmaníaco e ganha pontos por isso com um roteiro debochado, efeitos especiais sangrentos, ritmo narrativo que faz bom proveito dos clichês básicos do gênero e cheio de participações especiais, que vão dos cineastas Joel Caetano e Felipe Guerra (ambos mais canastrões do que nunca) e a pesquisadora Bernadette Lyra (organizadora dos livros sobre cinema independente intitulados “Cinema de Bordas” vol. 1 e vol. 2), que se revela uma ótima atriz.

A história que Debiazzi nos conta é a de um garoto cabeludo (que se parece com o Michael Meyers do Rob Zombie) que é importunado por sua mãe o tempo todo e acaba a matando com uma discreta tesoura de cortar grama. É internado num sanatório (oba, choque elétrico!!!) onde vira cobaia de um médico louco e seu improvissado ajudante (porque o médico louco não consegue ver sangue), que colocam um chip de choques elétricos no cérebro de Mathias. A operação para a colocação do chip é um primor, o médico tira a tampa do crânio (que é, na cara dura, feita de borracha) e enfia um chip dentro do cérebro que parece uma espécie de pudim. Pensando bem, o cérebro de grande parte da humanidade parece ser feito de pudim!!!

Sandro conseguiu criar uma estrutura narrativa caótica, mas bem amarrada, com vários flashbacks que funcionam direitinho. Na verdade, ele começou a fazer este filme em 1992 e o abandonou em 1996 e, assim, o primeiro “Tormento de Matheus” ficou esquecido numa gaveta, mofando em fitinhas VHS. Até que nos anos de 2008 em diante uma nova leva de realizadores independentes começaram a se destacar e Sandro resolveu finalizar o filme. Re-escreveu o roteiro, pegou uma mini-DV para filmar as novas cenas, chamou atores, chamou rostos conhecidos no underground brasileiro e conseguiu concluir uma delícia de filme, com várias passagens hilárias se alternando com momentos de gore exagerado e piadinhas divertidas. Como não curtir o padre que foi castrado a dentadas pelo psicopata, a vidente picareta, os enfermeiros retardados do sanatório, a prostituta que fica chamando os fregueses de “tio, tio, tio” o tempo todo, o enfermeiro hippie que dá um baseado pro Mathias e a participação da Bernadette Lyra onde ela fica zuando do psicopata porque ele errou uma nota na música que estava tocando no piano!!!

Aliás, Bernadette Lyra é uma espécie de madrinha do filme. Em 2010 ela incentivou Sandro Debiazzi a concluir o filme. Eu, na qualidade de produtor independente já com 20 anos de cabeçadas no muro, estou cada vez mais feliz por uma grande quantidade de filmes, dos mais variados gêneros e estéticas, que vem sendo produzida de maneira independente no Brasil. Afirmo aqui sem medo de errar: OS BONS TEMPOS DA BOCA DO LIXO ESTÃO DE VOLTA, só que agora não é filmes produzidos apenas em São Paulo, mas sim em todo o Brasil.

E só para concluir: Qual é o tormento de Mathias? O tormento de Mathias somos todos nós, seus vizinhos, seus colegas, sua família, seu patrão, seus auto-intitulados superiores! Recomendo que os leitores do blog confiram essa produção independente, há várias limitações, mas é um filme autêntico no que se propõe, ou seja, quer divertir e consegue isso, coisa que muito filme de 150 milhões de dólares se propõe a fazer e não consegue!

imagens de "O Tormentos de Mathias".

E veja o trailer do filme no youtube, se você gostou pode encomendar uma cópia do filme com o diretor Sandro Debiazzi pelo e-mail: sandrodebiazzi@hotmail.com

Hippie Hunter: Hippie in Box

Posted in Música with tags , , , on junho 24, 2011 by canibuk

A banda Hippie Hunter lançou um CD que é uma delícia (este lançamento é de 2009), se chama “Hippie in Box” e traz 13 sons (alguns já conhecidos nas demo-tapes deles) ótimos, gravados pela formação clássica da banda: Felipe Parra (vocal/baixo), Fubá (guitarra), Marcus Alves (guitarra) e Torpa (bateria). Hippie Hunter faz um thrash metal consistente e tem ótimas sacadas como o som “Carta ao Papa” onde a letra diz:

“Maldito velho podre e doente

mandando em tudo pensa que é gente

mas através de uma reflexão

chegamos a uma esperada solução

uma carta ao papa

cheia de merda, moscas e baratas

uma carta ao papa

cheia de merda, moscas e baratas

pombinha da paz que o faz feliz

tomara que ela cague bem no seu nariz

não aguenta andar e fica tremendo

maldito velho está apodrecendo.

(…)”

E no som “A Resposta (Carta ao Papa 2), temos a hilária resposta do Papa:

“Querido Hippie Hunter sua carta eu respondo

com toda atenção porque vocês tinham razão

quando aqui cheguei, como rei fui recebido,

o capeta me respeita, o tinhoso é meu amigo

agora, aqui no inferno, descolei uma profissão

virei dono de bar e parei com o sermão

vendendo cerveja, já perdi o meu juízo

abri um bar no inferno e que se foda o paraíso.

(…)

O CD “Hippie in Box” custa R$ 10.00 e pode ser encomendado com o Felipe Parra pelo e-mail: felipe.hippiehunter@gmail.com

Querendo conhecer o som da banda você pode ouvir 3 sons no My Space deles: http://www.myspace.com/hippiehunter

Você que reclama sempre de tudo e não faz nada, pode apoiar o underground brasileiro comprando seus produtos, única maneira do pessoal continuar a resistência cultural dos independentes, somente assim continuaremos tendo bandas evoluindo, cineastas produzindo filmes, fanzineiros e outras manifestações artísticas.

No youtube há vários vídeos com a Hippie Hunter e deixo aqui alguns, para quem ficou querendo mais, recomendo uma pesquisa rápida e divirta-se!!!