A Consulta

O ginecologista estava sentado à sua mesa quando a porta do consultório se abriu e aquela paciente maravilhosa entrou. No mesmo instante os olhos do médico cravaram naqueles belíssimos seios e ele pensou: “Preciso examinar muito bem examinado essa gostosa!”. Seu olhar tarado despia a paciente, que ainda não havia percebido nada. Ela sentou-se e começou a contar seus problemas percebendo, logo em seguida, que o ginecologista não tirava os olhos de seu decote, mas nada falou pois não conseguia ter certeza de que ele babava por seus peitos.

Após ouvir tudo que a paciente lhe contava, o ginecologista se levantou e pediu para que ela lhe acompanhasse até à sala de exames. No pequeno trajeto que ligava o consultório à sala de exames ele ficou admirando a bunda gostosa de sua paciente. Assim que adentraram na sala de exames o ginecologista, com a firmeza profissional treinada em anos de faculdade de medicina, ordenou que ela tirasse a roupa. Peça à peça, a paciente se despiu enquanto o ginecologista ficou observando aquele espetacular corpo nu se revelar. Constrangida com o pequeno striptease que havia proporcionado, ela escondeu seus seios e buceta com as mãos. Ele chegou perto do rosto dela e sussurrou: “Não precisa ter vergonha senhorita, sou um profissional!”, e começou, após afastar a mão dela, a apalpar forte os seios, fazendo um minucioso teste de câncer de mama. Depois de muito examinar, olhou para os lábios carnudos da gulosa boca dela e lhe falou que não havia nada de errado, então se agachou para que seu rosto ficasse à altura daquela linda bucetinha, aproximou seu nariz e ficou cheirando aquele templo dos pecados. A paciente, ainda mais desconfiada de que algo não estava certo porque seu médico ficou cheirando sua bucetinha por um bom tempo, nada falou por medo de fazer um escândalo. E se cheirar sua vagina agora fosse uma nova técnica que o ginecologistas estavam usando nos exames? Seus pensamentos foram interrompidos quando o ginecologista pediu para que ela virasse de bunda para ele. Mesmo achando muito estranho aquele pedido, virou-se para o profissional que teve seu rosto iluminado por aquele rabo magnífico. A paciente sentiu as mãos do ginecologista afastando suas nádegas e percebeu envergonhada que ele olhou por um bom tempo seu cuzinho cheiroso, até que lhe pediu para que se curvasse para a frente. Assim que se curvou, a garota sentiu seu cu e buceta se abrindo escancaradas para os olhos de seu estranho ginecologista.

Ainda com a paciente curvada, o ginecologista levantou-se roçando seu pau duro contra as nádegas nuas, ao que falou com ar de indiferença profissional: “Preciso que você deite nesta cama com suas pernas abertas!”. Relutante, constrangida e envergonhada, mas obidiente, ela foi até a cama e deitou abrindo-se inteira para o ginecologista. Seus lábios vaginais se abriram como as portas de um templo que não recusa fiéis. Ele se agachou e colocou o rosto bem pertinho daquela buceta saborosa e falou em tom sério: “Estou sem gel lubrificante, vou ter que lubrificar tua vagina com saliva!”. A paciente, surpresa, olhou para o médico e consentiu timidamente com a cabeça, autorizando a lambança lubrificativa com saliva. E ao mesmo tempo ele começou a lamber, carinhosamente, a bucetinha que foi ficando molhadinha. O calor do pecado rapidamente se espalhou pelo corpo da paciente que tentava ignorar o prazer que a língua do médico lhe proporcionava.

Então o ginecologista parou de lamber a bucetinha e meteu seus dedos dentro, examinando-a por inteira, abrindo-a e tocando-a e soltando, a cada pouco, a frase: “Interessante!… Hum, muito interessante!”, até que retirou seus dedos da bucetinha e pediu para ela se sentar. Falou em tom grave: “Você está com uma rara infecção vaginal, mas não se preocupe, é fácil de tratar e seria interessante começarmos o tratamento ainda hoje, se você autorizar!”. A paciente, aflita, concorda em começar o tratamento o mais rápido possível. “Então vamos começar agora, preciso que você fique de joelhos e abra bem a boca!”.

Surpreendida pelo cafajeste pedido, ela ficou de joelhos e abriu sua boca enquanto viu o médico colocando seu pau duro para fora das calças. Sentiu o cheiro do pau dele e ficou ainda mais molhadinha, sentiu sua buceta queimar de prazer quando viu o médico se masturbando bem ali na sua frente. Viu o pau de seu ginecologista ficando lubrificado, ficou se deliciando com o barulhinho melequento da punheta, ouviu ele ofegante, suando ali na sua frente, gemendo com seu pau pertinho de sua boca aberta. Ouviu o ginecologista gemer alto e encher sua boca de porra quentinha. Olhou para o médico com a boca cheia de porra e escutou ele lhe ordenar que engolisse tudo, acrescentando que somente assim iria ficar curada de sua rara infecção vaginal. E ela engoliu tudo, sentindo o gostinho da coragem salafrária do profissional.

Ele guardou o pau o olhou nos olhos da paciente: “Pode se vestir, na semana que vem continuaremos seu tratamento! Você pode pagar a consulta para minha secretária!”.

escrito por Petter Baiestorf.

A Consulta

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