Arquivo para conto erótico

A Consulta

Posted in Arte Erótica, Conto, Putaria with tags , , , , , , , , , , , , , , on dezembro 18, 2013 by canibuk

O ginecologista estava sentado à sua mesa quando a porta do consultório se abriu e aquela paciente maravilhosa entrou. No mesmo instante os olhos do médico cravaram naqueles belíssimos seios e ele pensou: “Preciso examinar muito bem examinado essa gostosa!”. Seu olhar tarado despia a paciente, que ainda não havia percebido nada. Ela sentou-se e começou a contar seus problemas percebendo, logo em seguida, que o ginecologista não tirava os olhos de seu decote, mas nada falou pois não conseguia ter certeza de que ele babava por seus peitos.

Após ouvir tudo que a paciente lhe contava, o ginecologista se levantou e pediu para que ela lhe acompanhasse até à sala de exames. No pequeno trajeto que ligava o consultório à sala de exames ele ficou admirando a bunda gostosa de sua paciente. Assim que adentraram na sala de exames o ginecologista, com a firmeza profissional treinada em anos de faculdade de medicina, ordenou que ela tirasse a roupa. Peça à peça, a paciente se despiu enquanto o ginecologista ficou observando aquele espetacular corpo nu se revelar. Constrangida com o pequeno striptease que havia proporcionado, ela escondeu seus seios e buceta com as mãos. Ele chegou perto do rosto dela e sussurrou: “Não precisa ter vergonha senhorita, sou um profissional!”, e começou, após afastar a mão dela, a apalpar forte os seios, fazendo um minucioso teste de câncer de mama. Depois de muito examinar, olhou para os lábios carnudos da gulosa boca dela e lhe falou que não havia nada de errado, então se agachou para que seu rosto ficasse à altura daquela linda bucetinha, aproximou seu nariz e ficou cheirando aquele templo dos pecados. A paciente, ainda mais desconfiada de que algo não estava certo porque seu médico ficou cheirando sua bucetinha por um bom tempo, nada falou por medo de fazer um escândalo. E se cheirar sua vagina agora fosse uma nova técnica que o ginecologistas estavam usando nos exames? Seus pensamentos foram interrompidos quando o ginecologista pediu para que ela virasse de bunda para ele. Mesmo achando muito estranho aquele pedido, virou-se para o profissional que teve seu rosto iluminado por aquele rabo magnífico. A paciente sentiu as mãos do ginecologista afastando suas nádegas e percebeu envergonhada que ele olhou por um bom tempo seu cuzinho cheiroso, até que lhe pediu para que se curvasse para a frente. Assim que se curvou, a garota sentiu seu cu e buceta se abrindo escancaradas para os olhos de seu estranho ginecologista.

Ainda com a paciente curvada, o ginecologista levantou-se roçando seu pau duro contra as nádegas nuas, ao que falou com ar de indiferença profissional: “Preciso que você deite nesta cama com suas pernas abertas!”. Relutante, constrangida e envergonhada, mas obidiente, ela foi até a cama e deitou abrindo-se inteira para o ginecologista. Seus lábios vaginais se abriram como as portas de um templo que não recusa fiéis. Ele se agachou e colocou o rosto bem pertinho daquela buceta saborosa e falou em tom sério: “Estou sem gel lubrificante, vou ter que lubrificar tua vagina com saliva!”. A paciente, surpresa, olhou para o médico e consentiu timidamente com a cabeça, autorizando a lambança lubrificativa com saliva. E ao mesmo tempo ele começou a lamber, carinhosamente, a bucetinha que foi ficando molhadinha. O calor do pecado rapidamente se espalhou pelo corpo da paciente que tentava ignorar o prazer que a língua do médico lhe proporcionava.

Então o ginecologista parou de lamber a bucetinha e meteu seus dedos dentro, examinando-a por inteira, abrindo-a e tocando-a e soltando, a cada pouco, a frase: “Interessante!… Hum, muito interessante!”, até que retirou seus dedos da bucetinha e pediu para ela se sentar. Falou em tom grave: “Você está com uma rara infecção vaginal, mas não se preocupe, é fácil de tratar e seria interessante começarmos o tratamento ainda hoje, se você autorizar!”. A paciente, aflita, concorda em começar o tratamento o mais rápido possível. “Então vamos começar agora, preciso que você fique de joelhos e abra bem a boca!”.

Surpreendida pelo cafajeste pedido, ela ficou de joelhos e abriu sua boca enquanto viu o médico colocando seu pau duro para fora das calças. Sentiu o cheiro do pau dele e ficou ainda mais molhadinha, sentiu sua buceta queimar de prazer quando viu o médico se masturbando bem ali na sua frente. Viu o pau de seu ginecologista ficando lubrificado, ficou se deliciando com o barulhinho melequento da punheta, ouviu ele ofegante, suando ali na sua frente, gemendo com seu pau pertinho de sua boca aberta. Ouviu o ginecologista gemer alto e encher sua boca de porra quentinha. Olhou para o médico com a boca cheia de porra e escutou ele lhe ordenar que engolisse tudo, acrescentando que somente assim iria ficar curada de sua rara infecção vaginal. E ela engoliu tudo, sentindo o gostinho da coragem salafrária do profissional.

Ele guardou o pau o olhou nos olhos da paciente: “Pode se vestir, na semana que vem continuaremos seu tratamento! Você pode pagar a consulta para minha secretária!”.

escrito por Petter Baiestorf.

A Consulta

Os Bons Tempos da Dureza Literária

Posted in Arte Erótica, erótico, Literatura, Livro with tags , , , , , , , , , on outubro 7, 2011 by canibuk

Algumas noites atrás eu falava com a Leyla sobre o ato de bater uma saborosa punheta, quando me lembrei como eram as noites de punhetas (todas as noites e dias, pois sempre é hora e lugar para uma punheta), antes de existir Internet, quando tínhamos que ir atrás de quadrinhos pornográficos, livros eróticos, ou torcer para alguma estação de TV programar um filme com peitinhos e buceta aparecendo (de longe, com pentelhos escuros, que alimentavam os sonhos adolescentes) ou, ainda, apelar prá imaginação e, como um Mr. Teas espinhento, imaginar as mulheres que tu viu durante o dia peladinhas. CACETE UP,  fricciona, fricciona, fricciona, aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!

No meu tempo de adolescência (e nem sou tão velho assim), muitas vezes, cara batia punheta lendo livro (isso mesmo, livros, aquelas coisas de papel e letrinhas e idéias e ideologias com inúmeras páginas), pegava o livro erótico (quantos mais pornográfico e sujo melhor), segurava ele com uma mão e com a outra mão livre, mexia no pau: Cabecinha do pau ficava lubrificada e tu deslizando suavemente seus dedos sobre ela enquanto a mente viajava nas linhas de putaria do livro. Bons tempos onde até batendo punheta você estava exercitando o hábito da leitura (na época não existia essa facilidade de baixar filme pornô em alguns minutos no computador, que eram aparelhos inexistentes, aliás, nem os aparelhos de VHS eram tão populares assim e prá pegar pornô em vídeo-locadora tu tinha que, antes, convencer um adulto a pegar para você – era mais fácil comer uma amiguinha da mesma idade do que ver um pornô).

Naquela época, com 14 ou 15 anos, lembro que eu e amigos quando bebíamos juntos, um dos papos mais recorrentes era este: “Não seria maravilhoso se tívessemos aqui na cidade uma biblioteca com todos os livros, todos os discos, todos os filmes do mundo?”… Porra, na época nem sonhávamos que aquele papo viria a se tornar realidade com a criação da internet. Mas hoje vejo que toda essa informação disponível não significa nada. Antigamente cara conseguia um disco por mês, um livro, algumas revistas de HQ, via vários filmes com cortes na TV e assimilava as coisas, as idéias, bem ao contrário dos dias de hoje em que os jovens tem no HD todos os discos, todos os livros, todos os filmes, tudo, tudo, TUDO e simplesmente nem assistem. Hoje o quente é dizer: “Tenho toda a discografia da banda X no meu HD, só não ouvi ainda!”. Tá, vai se foder piralho!

Mas voltando às delícias da punheta, depois deste papo com a Leyla (que me inspira sempre), lembrei de um livro chamado “Swing – Sexo Sem Limites” (130 páginas, editora Top-Livros), assinado por Eurico Félix, que li quando tinha uns 12 prá 13 anos e era um dos meus preferidos. Reproduzo aqui algumas passagens do “Swing” para você conhecer e, se possível, bater uma punhetinha gostosa aqui na frente do computador:

“(…)

Descansou o copo no canto do bar e de um único gesto tirou o vestido, mostrando-se inteiramente despida. Colocou os braços para trás, ao longo do corpo, cruzando as mãos à altura das nádegas. Com isso, empinou os seios. De pés juntos, curvou um pouco para frente o joelho esquerdo, sorrindo. Ted verteu na garganta um gole maior, dando graças aos céus por ter uma mulher tão sensual, apetitosa. Levantou-se e a abraçou. Em seguida, levou-a para o quarto, onde também se despiu. Lea estava excitada só de vê-lo apontando para ela. Mas Ted não veio de imediato. Controlou seus impulsos e primeiro visitou o banheiro, onde deu uma bela cagada. Ao voltar, todo cagado, pois a pressa era acentuada e o fez esquecer-se do detalhe, Lea estava se retorcendo na cama, amarfanhando os lencóis. Ted perdeu de vez o controle ao vê-la com a mão brincando dentro de si mesma. Esmagou-a sob seu peso e substituiu os dedos dela pelos dele, para ir no fundo, no âmago da sua quentura, buscar o início para o delírio que chegava nele e passava a ela em descargas elétricas que quase em seguida começaram a resultar em tremores e convulsões incontidas.”

(…)

“- Para, para! – Mas Julius continuava. Seu rosto bateu contra a areia, o corpo todo ia arriar, quando Julius chegou ao seu orgasmo final, forte e impetuoso. Mas, quando o fazia, descuidou-se e soltou o corpo de Rebeca. Com isso a mulher foi à areia, mole. Os fortes esguichos quentes do esperma de Julius, então, foram se alojar, gosmentos, nas suas costas. Ficou quieta, a mulher-fêmea satisfeita, por quase 10 minutos com o esperma a escorrer pelas costas até seu pescoço. Depois, foi ao riacho, onde lavou-se, tirando lenta e prazeirosamente o esperma ressequido das costas. De Julius, nem sinal. Melhor. Vestiu o short e a blusa, já quase secos. Quando sentiu as pernas bem firmes, dirigiu-se à casa.”

(…)

“Lea do seu quarto foi onde supunha encontrar Ted. Lá estava, isto sim, o Gordo, deitado, olhos fechados, braços e pernas abertos, uma figura cômica. Procurando não fazer ruído, Lea chegou perto da cama. Gordo abriu os olhos e ficou admirado, com a reação instantânea do seu membro. Se antes, no rio, a vira nua e não sentiu desejo, agora a situação era outra. Lea estava ali, na sua frente, sorrindo, os seios apontando para seu rosto. E agora ele podia trepar com ela. Agora podia beijá-la, acariciar suas formas. A mão dela agarrou seu pênis e deu pequenos apertões. Lea subiu sobre ele, para fazer sumir dentro dela o pênis rijo. Então, a abraçou com força, unindo os lábios aos delas, macios e quentes, quase tão quentes quanto a sensação que sua vagina lhe dava.”

(…)

Moral do post: Não tenha tudo, mas conheça a fundo tudo que você tem!

escrito por Petter Baiestorf. Ilustrações de Leyla Buk (originalmente feitas para o filme “O Doce Avanço da Faca”, 2010).

O Professor Filósofo – Marquês de Sade

Posted in Arte Erótica, erótico, Literatura with tags , , , , , , , , on agosto 23, 2011 by canibuk

De todas as ciências que se inculca na cabeça de uma criança quando se trabalha em sua educação, os mistérios do cristianismo, ainda que uma das mais sublimes matérias dessa educação, sem dúvida não são, entretanto, aquelas que se introjetam com mais facilidade no seu jovem espírito. Persuadir, por exemplo, um jovem de catorze ou quinze anos de que Deus pai e Deus filho são apenas um, de que o filho é consubstancial com respeito ao pai e que o pai o é com respeito ao filho, etc, tudo isso, por mais necessário à felicidade da vida, é, contudo, mais difícil de fazer entender do que a álgebra, e quando queremos obter êxito, somos obrigados a empregar certos procedimentos físicos, certas explicações concretas que, por mais que desproporcionais, facultam, todavia, a um jovem, compreensão do objeto misterioso.

Ninguém estava mais profundamente afeito a esse método do que o abade Du Parquet, preceptor do jovem conde de Nerceuil, de mais ou menos quinze anos e com o mais belo rosto que é possível ver.

– Senhor abade, – dizia diariamente o pequeno conde a seu professor – na verdade, a consubstanciação é algo que está além das minhas forças; é-me absolutamente impossível compreender que duas pessoas possam formar uma só: explicai-me esse mistério, rogo-vos, ou pelo menos colocai-o a meu alcance.

O honesto abade, orgulhoso de obter êxito em sua educação, contente de poder proporcionar ao aluno tudo o que poderia fazer dele, um dia, uma pessoa de bem, imaginou um meio bastante agradável de dirimir as dificuldades que embaraçavam o conde, e esse meio, tomado à natureza, devia necessariamente surtir efeito. Mandou que buscassem em sua casa uma jovem de treze a catorze anos, e, tendo instruído bem a mimosa, fez com que se unisse a seu jovem aluno.

– Pois bem, – disse-lhe o abade – agora, meu amigo, concebas o mistério da consubstanciação: compreendes com menos dificuldade que é possível que duas pessoas constituam uma só?

– Oh! meu Deus, sim, senhor abade, – diz o encantador energúmeno – agora compreendo tudo com uma facilidade surpreendente; não me admira esse mistério constituir, segundo se diz, toda a alegria das pessoas celestiais, pois é bem agradável quando se é dois a divertir-se em fazer um só.

Dias depois, o pequeno conde pediu ao professor que lhe desse outra aula, porque, conforme afirmava, algo havia ainda “no mistério” que ele não compreendia muito bem, e que só poderia ser explicado celebrando-o uma vez mais, assim como já o fizera. O complacente abade, a quem tal cena diverte tanto quanto a seu aluno, manda trazer de volta a jovem, e a lição recomeça, mas desta vez, o abade particularmente emocionado com a deliciosa visão que lhe apresentava o belo pequeno de Nerceuil consubstanciando-se com sua companheira, não pôde evitar colocar-se como o terceiro na explicação da parábola evangélica, e as belezas por que suas mãos haviam de deslizar para tanto acabaram inflamando-o totalmente.

– Parece-me que vai demasiado rápido, – diz Du Parquet, agarrando os quadris do pequeno conde muita elasticidade nos movimentos, de onde resulta que a conjunção, não sendo mais tão íntima, apresenta bem menos a imagem do mistério que se procura aqui demonstrar… Se fixássemos, sim… dessa maneira, diz o velhaco, devolvendo a seu aluno o que este empresta à jovem.

– Ah! Oh! meu Deus, o senhor me faz mal – diz o jovem – mas essa cerimônia parece-me inútil; o que ela me acrescenta com relação ao mistério?

– Por Deus! – diz o abade, balbuciando de prazer – não vês, caro amigo, que te ensino tudo ao mesmo tempo? É a trindade, meu filho… É a trindade que hoje te explico; mais cinco ou seis lições iguais a esta e serás doutor na Sorbornne.

Donatien Alphonse François de Sade, o  Marquês de Sade,  foi um aristocrata francês e escritor libertino. Muitas das suas obras foram escritas enquanto estava na Prisão da Bastilha, encarcerado diversas vezes, inclusive por Napoleão Bonaparte. De seu nome surge o termo médio sadismo, que define a perversão sexual de ter prazer na dor física ou moral do parceiro ou parceiros. Foi perseguido tanto pela monarquia (Antigo Regime) como pelos revolucionários vitoriosos de 1789 e depois por Napoleão.Sade era adepto do ateísmo e era caracterizado por fazer apologia ao crime (já que enfrentar a religião na época era um crime) e a afrontas à religião dominante, sendo, por isso, um dos principais autores libertinos – na concepção moderna do termo. Em suas obras, Sade, como livre pensador, usava-se do grotesco para tecer suas críticas morais à sociedade urbana. Evidenciava, ao contrário de várias obras acerca da moralidade – como por exemplo o “Princípios da Moral e Legislação” de Jeremy Betham – uma moralidade baseada em princípios contrários ao que os “bons costumes” da época aceitavam; moralidade essa que mostrava homens que sentiam prazer na dor dos demais e outras cenas, por vezes bizarras, que não estavam distantes da realidade. Em seu romance 12o Dias de Sodoma, por exemplo, nobres devassos abusam de crianças raptadas encerrados num castelo de luxo, num clima de crescente violência, com coprofagia, mutilações e assassinatos – verdadeiro mergulho nos infernos.

Tanto o surrealismo como a psicanalise encamparam a visão da crueldade egoísta que a obra de Sade expõe despudoradamente. Um exemplo de influência do Marquês de Sade na arte do século 20 é o cineasta espanhol Luis Buñuel, que em vários filmes faz referências explícitas a Sade: em A Idade do Ouro, por exemplo, retrata a saída de Cristo e dos libertinos do castelo das orgias de “Os 120 Dias de Sodoma“. O sadismo também está explícito nas imagens mais surrealistas produzidas por Buñuel, como a navalha cegando o olho da mulher em “O Cão Andaluz“. Também há fortes referências sadianas em “A Bela da Tarde” e em “Via Láctea”, no qual aparece uma Cena em que Sade converte uma indefesa menina ao ateísmo. A influência de Sade pode ser notada também em autores como o dramaturgo francês Jean Gente, homossexual, ladrão e presidiário, que retoma muitos dos temas do marquês, também desenvolvidos em ambientes carcerários franceses. (Fonte: Wikipédia)