Arquivo para fetish

Enquanto os novos não vêm…

Posted in Arte e Cultura, Arte Erótica, Buk & Baiestorf, erótico, Fetiche, Ilustração, Nossa Arte with tags , , , , , , , , , , on novembro 24, 2011 by canibuk

Estou trabalhando numa série de ilustrações novas e assim que estiver pronta postarei com exclusividade aqui no blog, mas por enquanto deixo por aqui umas ilustrações que, embora eu não tenha postado no Canibuk ainda, aqueles que me seguem no facebook e Deviant já conhecem. Esses desenhos dão continuidade aos últimos trampos que venho fazendo com nanquim na tentativa de fazer um trabalho cada vez melhor e com um estilo único. Tenho desenvolvido uma preocupação maior com detalhes e composição, testado desenhos menos limpos, apesar de estar buscando uma suavidade maior nos traços, e técnicas diferentes de sombreamento. Como testo e experimento muita coisa os resultados acabam sendo bem diversificados e, na verdade, eu gosto disso. Nos últimos desenhos dá pra ver sombreamentos com nanquim, com lápis de cor, com grafite ou simplesmente sombreado nenhum. Não escolhi ainda uma técnica específica, quem sabe no futuro, mas, por enquanto, gosto de poder usar tudo o que tenho à mão e de acordo com minha vontade e humor do momento. Nem tudo dá certo, mas toda tentativa vale e o que deu errado é bobagem classificar como tempo perdido, porque, além de descobertas e evolução, é também parte crucial do tratamento intensivo para mentes neuróticas e inquietas. Vamos desenhar, cambada!

Fear” – Leyla Buk Artwork, 2011 (Não use, copie, publique sem autorização)

Collection” – Leyla Buk Artwork, 2011 (Não use, copie, publique sem autorização)

The Dead Girls” – Leyla Buk Artwork, 2011 (Não use, copie, publique sem autorização)

Wake Up Right Now” – Leyla Buk Artwork, 2011 (Não use, copie, publique sem autorização)

Chaotic, Almost Erratic” –  Leyla Buk Artwork, 2011 (Não use, copie, publique sem autorização)

Reverie” – Leyla Buk Artwork, 2011 (Não use, copie, publique sem autorização)

Contatos pelo e-mail leylalua@hotmail.com

Rope Bondage

Posted in Arte Erótica, Fetiche with tags , , , , , , on agosto 1, 2011 by canibuk

Já devo ter falado aqui no blog sobre Kinbaku e o quanto o Petter e eu adoramos essa prática, mas só pra refrescar: Kinbaku é uma variação japonesa do bondage, é uma prática sexual que consiste em amarrar e imobilizar o parceiro com cordas.

Abaixo imagens inpiradoras e  tesudas pra começar bem a semana! Divirtam-se, sem amarras (falo daquelas da mente) e sem preconceitos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leyla Buk Artwork

Posted in Arte e Cultura, Arte Erótica, Fetiche, Ilustração, Nossa Arte with tags , , , , , , on julho 24, 2011 by canibuk

Quem trabalha com criação sabe que de tempos em tempos acontecem aqueles momentos intensos de inspiração e criatividade onde idéias e  produção não param. Volta e meia tenho estes “ataques” e fico trampando dias seguidos, emendando um trampo no outro  sem parar  e sem pensar em outra coisa, ignorando mãos e costas fodidas e aquelas necessárias horas a mais de sono, apesar de tudo, adoro estes “surtos criativos” e espero sempre que durem o  máximo possível – embora eles acabem passando do mesmo modo que vieram: de repente e sem aviso. Foi num destes momentos que comecei a rabiscar vários desenhos (muitos ainda estão inacabados) e, mais uma vez, a testar técnicas que pra mim eram novidades, incluindo trabalhos com lápis de cor, mais um desafio, já que não sou uma adoradora das cores, pelo contrário, sempre fugi delas, não me atraem. Encarei mesmo assim, fui em busca do novo e curti o resultado. Muitas coisas deram certo, outras nem tanto,  algumas mais estão em andamento e minha idéia é ir postando tudo aqui aos poucos.

Segue alguns:

Zombie Happy Hands

VanityI’m Your Gift

Dark Fetish

Buk’s Valentina

Pleasure

Poisonous

Envy

Eat Me

OBS.: Não usem as imagens sem autorização!

Valentina Rosselli

Posted in Arte e Cultura, Arte Erótica, Cinema, Fetiche, Ilustração, Quadrinhos with tags , , , , , , , on junho 15, 2011 by canibuk

A minha maneira de contar histórias é tão diferente da tradicional -convenientemente, confesso- que os jovens artistas procuram outros modelos.  Não tenho nenhum interesse de servir como modelo. Meu universo é realmente só meu.” Guido Crepax.

Ao se falar de personagens femininas dos quadrinhos logo vem a mente as super heroínas e antiheroínas como Mulher Maravilha,  Mulher Gato e Arlequina, mas, nos anos 60, surgia umas das mais sexys e inspiradoras personagens do universo das HQs. Guido Crepax deu vida à Valentina Rosselli, uma personagem que começou como coadjuvante numa série de ficção na revista Linus (revista que inventou o gênero de quadrinhos adultos) e logo se tornou protagonista ganhando grande destaque na Itália e no mundo, virando a mais importante personagem dos quadrinhos eróticos de todos os tempos.  Com traços limpos, em preto e branco e riqueza nos detalhes, Valentina tem formas únicas e curvas encantadoras, uma criação recheada de charme e estilo. O fetiche é um tema frequente nas histórias, Valentina é  uma fetichista e sempre expressa isso em seus desejos e sonhos (muitas vezes pesadelos) e fora deles o toque SM fica por conta das torturas que sofre dos vilões. Com uma personalidade livre e indiferente à moral imposta pela sociedade, poderia ser considerada um símbolo da liberação feminina na década de 60, pois estava sempre à frente das mulheres de sua época, era uma fotógrafa independente, culta e liberal para aqueles padrões.

Valentina é mulher por inteiro. Agrada e se gosta, gosta de seu corpo e de sua nudez. Aliás, eu diria que, nos meus quadrinhos, quem mais faz um papelão são os homens: eu sempre fui feminista, e não é por acaso que Valentina tem uma profissão, a fotografia, que na época era exclusivamente masculina. Enfim, não lhe dei o papel costumeiro das heroínas dos quadrinhos, tipo Dale Arden ou Diana Palmer, sexy e fatais, mas que depois acabam na cozinha, lavando louça”, diz Crepax sobre a personagem.

Valentina é uma mulher corajosa que não tem medo de asusmir o que gosta ou de satisfazer seus desejos e vontades, virou símbolo de luxúria, mas ela é mais que isso, é uma mulher real, com crises de alegria e  tristeza, tédio, fantasias,  mazelas e consciência de seu corpo, sexualidade, desejos ocultos ou não e da realidade em que vive. Não tem como não se identificar. Virou  ícone de inteligência e lúxuria, seduzindo homens e mulheres com seu estilo, classe e beleza.  Com histórias surreais, aventuras extravagantes, bissexualidade e violência sexual, Valentina vai evoluindo (tanto quanto o traço do seu criador. A evolução nos traços do Crepax é notória, assim como todos os experimentos feitos ao longo do tempo, mas falo mais sobre o Crepax em outro post), sem vergonha ou inibição em  histórias que trazem elementos deliciosos como chicotes e máscaras, seios durinhos, bundas redondinhas, pênis ereto e êxtase sexual, tudo carregado de aventuras surreais cheias de imaginação e sensualidade. Uma obra fabulosa partida da mente de um gênio.

Valentina defende a emancipação das mulheres em todos os sentidos.“, diz Crepax.

Por todos estes motivos ela é minha personagem de HQ preferida.

Baba Yaga é um  filme de 1973, dirigido por Corrado Farina e é baseado numa das histórias do Guido Crepax onde Valentina é protagonista.

Gene Bilbrew – Fetish Art

Posted in Fetiche, Ilustração, Quadrinhos with tags , , , , on maio 24, 2011 by canibuk

Gene Bilbrew, foi um cartunista americano, nascido em Los Angeles em 1923 e teve seus primeiros quadrinhos publicados no Los Angeles Sentinel, com a série “The Bomber Bronze“. Na época que estudava na School of Visual Art, em Nova York, Bilbrew conheceu o outro artista fetichista Eric Stanton que, em 1951, sugeriu que Bilbrew começasse a trabalhar na empresa Irving Klaw’s News/Nutrix, editora de vários livros e quadrinhos com o tema Bondage. Neste mesmo ano fez sua estréia no gênero fetiche e alcançou grande destaque, tendo, também, muitas de suas ilustrações publicadas na revista fetichista “Exotique” entre 1956 e 1959.  Sapatos, meias e corsets sempre tiveram muito destaque em suas ilustrações onde as mulheres lembram, muitas vezes, as pin ups da década de 40, com algumas pitadas a mais de erotismo e perversidade.

Não encontrei nenhuma HQ completa pra postar aqui no blog, mas fiquem com algumas ilustrações desse cartunista pouquíssimo conhecido aqui no Brasil.