Arquivo para grindcore

Boca do Lixo Style: Download do Sexo Sangrento

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“Vadias do Sexo Sangrento” (2008, 30 min.) escrito, fotografado, produzido e dirigido por Petter Baiestorf. Maquiagens gore de Carli Bortolanza. Edição de Gurcius Gewdner. Com: Ljana Carrion, Lane ABC, Coffin Souza, PC, Jorge Timm e Petter Baiestorf.

lane-abc-chainsaw-em-vadias-do-sexo-sangrentoAo elaborar o “Arrombada – Vou Mijar na Porra do seu Túmulo!!!” (2007), já pensei numa espécie de trilogia da carne, que se seguiu com este “Vadias do Sexo Sangrento” (2008) e “O Doce Avanço da Faca” (2010). Todos com duração de média-metragens para, num futuro próximo, relançá-los como um longa em episódios intitulado “Gorechanchada – A Delícia Sangrenta dos Trópicos”. Inclusive neste ano de 2016 realizei uma exibição deste projeto “Gorechanchada” no Cinebancários de Porto Alegre com grande participação de público, como todos que ali estavam já conheciam os filmes rolou aquele climão de algazarra que tanto faz com que as sessões Canibal Filmes sejam a diversão que são.

ljana-carrion-coffin-souza-em-vadias-do-sexo-sangrento“Vadias” foi filmado no início do inverno de 2008 em 4 dias de filmagens e um orçamento de R$ 5.000,00. Reuni praticamente a mesma equipe de “Arrombada” (que já estava afinada) acrescida de Lane ABC e Jorge Timm (que não estava no elenco do filme anterior por estar em Tocantins). Com um roteiro melhor em mãos, cheio de metalinguagem (tentando avançar nas ideias que estava desenvolvendo na época em produções como “Palhaço Triste” (2005) e “A Curtição do Avacalho” de 2006) e pouca abertura para improvisações, fomos pro Rancho Baiestorf rodar um filme que deveria parecer improvisado do início ao fim (gosto da leveza que o clima de improvisação dá numa produção).

vadias-do-sexo-sangrentoNão lembro de nenhum contra tempo nas filmagens de “Vadias”. Foi um daqueles raros casos em que tudo deu certo e não tivemos problemas. Filmávamos apenas durante o dia (acho que apenas duas ou três seqüências que foram filmadas à noite) e ao anoitecer rolava um jantar regado à muita bebida, o que deixava a equipe e elenco bem descontraídos. O frio ainda não estava castigando, o que foi essencial para manter o bom humor do elenco que passava 90% do tempo pelado pelo set. Amo filmar com equipe reduzida, 12 pessoas no set (incluindo elenco) é o que considero o ideal, bem diferente de “Zombio 2” onde tivemos 72 pessoas trabalhando sem parar durante 23 dias.

ljana-baiestorf-e-coffin-em-vadias-do-sexo-sangrentoO lançamento do filme rolou num esquema muito parecido com o que já havíamos feito com o “Arrombada” e o relançamento de “Zombio” (1999). Desta vez resgatamos e re-editamos o policial gore “Blerghhh!!!” (1996) para relançar e completar o programa das exibições. Logo nos primeiros meses computamos 5 mil espectadores para o filme (em salas alternativas, cineclubes e mostras independentes) e as vendas do DVD duplo do filme foram de quase mil cópias. Possibilitou a produção de “Ninguém Deve Morrer” (2009) e a parte final da trilogia, “O Doce Avanço da Faca” (2010).

Todas as histórias de filmagens de “Vadias” irei contar no livro de bastidores que estou elaborando. Aguardem!!!

Para ler o roteiro de Vadias do Sexo Sangrento.

Para baixar VADIAS DO SEXO SANGRENTO.

Comprar DVD duplo de “Vadias do Sexo Sangrento” com extras e inúmeros curtas da Canibal Filmes de brinde, entre na loja MONDO CULT.

por Petter Baiestorf.

Fotos de bastidores de Vadias:

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Lane ABC e Ljana Carrion.

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Filmagens tão animadas que todos dançavam o tempo inteiro.

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Sangue cor de rosa.

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Bortolanza preparando o elenco.

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Ljana Carrion.

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Lane ABC, Ljana, Bortolanza e Jorge Timm.

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Lane, Ljana e Bortolanza.

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Jorge Timm.

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Lane e Ljana.

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Tapando as vergonhas.

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Souza e Ljana prontos para filmar.

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PC sendo preparado por Bortolanza para a massagem anal.

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PC tento prazeres incontroláveis com a massagem anal.

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Claudio Baiestorf cuidando das motosserras.

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Lane e Souza in Brazilian Chainsaw Massacre.

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Eu olhando pro pinto de Souza.

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Bortolanza, PC e Jorge Timm: Equipe dos sonhos delirantes.

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“Me dê uma expressão de horror!”

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Carli Bortolanza.

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Souza olhando pro pinto de PC.

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Elio Copini, Souza e Timm fiscalizando o orifício pomposo de PC.

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Jorge Timm pronto para receber Lane ABC em seu interior.

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Lane ABC autografando a barriga de Jorge Timm.

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Eu subindo numa árvore para tomadas aéreas.

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Eu tentando descobrir ângulos.

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Por um Punhado de Downloads

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Atenção, muita atenção!

logo-canibal-001Você está penetrando no Mondo Trasho da Canibal Filmes, clicando em qualquer um destes links abaixo disponibilizados você adentrará num universo onde o mal feito é glorificado como o mais valioso dos objetos sagrados, onde a falta de talento é incentivada, onde até mesmo o faxineiro de um grande estúdio conseguiria virar diretor de uma produção. Aqui ninguém é excluído do sonhos de virar uma estrela de cinema. Todas a produções abaixo disponibilizadas foram realizada nos anos de 1990, quando ainda não existiam bons equipamentos de filmagem que fossem baratos e a edição era feita se utilizando de dois vídeo cassetes, o que torna estes filmes ainda mais mongoloides. Estejam avisados, estes links contem o pior do pior, se você acha que possuí bom gosto, clique somente no link da Cadaverous Cloacous Regurgitous. Os links para download estão nos títulos em letras maiúsculas.

Cadaverous Cloacous Regurgitous (1993)

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Demo-Tape

Antes de fazer um filme eu era fanático-radical por noise grind e, junto de meu amigo Toniolli, planejamos montar a banda mais suja do mundo, ou algo assim, afinal éramos apenas uns guris sem nada pra fazer. Eis que nas férias escolares de 1993 fomos para a casa dos pais de Toniolli e gravamos e mixamos a demo-tape “Ópera Indústrial” e intitulamos nossa banda de noise com o belo nome de “CADAVEROUS CLOACOUS REGURGITOUS“. Além de instrumentos tradicionais, também usamos folhas de zinco, motosserras, uma guitarra quebrada com uma corda e, no vocal, uma gravação que Toniolli tinha feito meses antes de porcos sendo castrados. Não satisfeito com essa primeira experiência envolvendo música, em 1999 – desta vez ajudado por meu amigo Carli Bortolanza – gravamos a demo-tape “Anna Falchi”, colocando pra funcionar um projeto de industrial harsh intitulado “Smelling Little Girl’s Pussy” que está junto no zip. “Smelling” não utilizou nenhum instrumento musical, todo o som é produzido com microfonias que criamos com estática de rádio, sujeira sonora e gravamos nos utilizando de uma ilha de edição de vídeo, muitos dos barulhos estranhos captados são oriundos de uma câmera de VHS apontando pra uma tela de TV.

 

Açougueiros (1994)

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Petter Baiestorf em 1994

Logo após finalizar e lançar “Criaturas Hediondas” (1993), oficialmente minha primeira tentativa de fazer um filme, reunimos a mesma turma e fomos para uma casa abandonada (que depois foi reutilizada como cenário para as filmagens de “Eles Comem Sua Carne”) passar dois dias, tempo em que filmamos o “AÇOUGUEIROS“, sendo atacados por terríveis aranhas assassinas durante as madrugadas. Já na primeira noite percebemos que as aranhas era inteligentes e estavam a nossa espreita. Deitávamos em nossos colchonetes e, ligando as lanternas contra o chão, víamos as aranhas se aproximando de nossos corpos com suas oito patas famintas por carne humana. Não dormimos. No dia seguinte filmamos quase todas as cenas do “Açougueiros”, já montando o filme na própria câmera. Anoiteceu novamente. Com medo da volta das aranhas assassinas, todos da equipe dormimos em cima de uma mesa de sinuca. Tão logo desligamos as lanternas, já começamos a escutar os cochichos das malditas aranhas. A madrugada foi louca, com a gente correndo das aranhas pela casa e as eliminando sempre que possível. Lá pelas tantas as aranhas se tornaram mutantes com asas e vinham voando famintas contra a gente. O cozinheiro da produção foi o primeiro a tombar morto diante da fúria das aranhas malignas, tendo convulsões até desfalecer completamente sem vida. Sim, as aranhas haviam se organizado e queriam um banquete… E o banquete era nossa equipe!

 

Criaturas Hediondas 2 (1994)

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Crianças Hediondas

Imediatamente após as filmagens de “Açougueiros”, resolvemos fazer uma continuação do primeiro filme e “CRIATURAS HEDIONDAS 2” tomou forma. As filmagens desta produção aconteceram no sítio de Walter Schilke, que entre outros, foi diretor de produção em “A Dama do Lotação” e de vários filmes de Os Trapalhões. Essas filmagens foram completamente sossegadas, com tudo dando certo e novos colaboradores aparecendo para ajudar o grupo. Após cada dia de filmagens todos retornávamos aos trailers da produção, ganhávamos massagens terapêuticas e participávamos de jantares de gala enquanto uma orquestra de querubins tocava sucessos de Beethoven. Depois de pronto foi exibido, no ano seguinte, na I HorrorCon em São Paulo com relativo sucesso. Neste mesmo ano explodiu a moda Trash no Brasil e ficamos bilionários fazendo filmes ruins.

 

2000 Anos Para Isso? (1996)

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Toniolli em banho de sangue

Sabe-se lá porque, até 1995 eu só pensava em fazer longas-metragens (devia ser algum problema de ego). Mas em 1995 fiz uma experiência em curta-metragem e realizei “Detritos” (curta que atualmente está perdido, mas que continuo tentando achar uma cópia para disponibilizar), gostando bastante da simplificação dos problemas que uma filmagem sempre tem. Então, logo no início de 1996 filmamos “Eles Comem Sua Carne” e um festival de curtas gore da Espanha, tendo assistido “O Monstro Legume do Espaço”, me escreveu solicitando um curta para incluir no festival. Como “Detritos” não era gore, resolvi montar algumas cenas do “Eles Comem Sua Carne” no formato de curta e, assim, surgiu este “2000 ANOS PARA ISSO?“, meu primeiro flerte com cinema experimental.

 

Assista “O Monstro Legume do Espaço” aqui:

Bondage 2 – Amarre-me, Gordo Escroto!!! (1997)

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Denise e Souza

Após as filmagens de “Blerghhh!!!” (1996), tive uma ideia fantástica que rendeu um belo punhado de reais: Fazer um filme de putaria assinado por uma diretora, então combinei com a atriz principal de “Blerghhh!!!”, Madame X, que ela iria assinar nosso próximo filme. Com orçamento mínimo escrevi um roteiro fácil de filmar (sob pseudônimo de Lady Fuck e Carla N. Toscan, afinal, melhor que uma mulher tarada, só três, não?). Fomos pra casa do Jorge Timm, nos trancamos lá durante uns quatro dias e cometemos “BONDAGE 2: AMARRE-ME, GORDO ESCROTO!!!“, com climão de filme de Boca do Lixo final dos anos 70. É uma produção extremamente simples, mas na época do lançamento alardeamos tanto que era escrito e dirigido por mulheres que todo mundo quis assistir.

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José Mojica Marins e seu livro preferido.

 

Fase 98 (1997-98)

Ácido (1997) – este curta filmamos durante as gravações de “Blerghhh!!!” e só montamos um ano depois. Os efeitos de cores sobre as imagens captadas foram inseridas via uma ilha de efeitos analógicos. Acredito que foi meu primeiro vídeo arte, a concepção deste vídeo foi desenvolvida em parceria com o Coffin Souza.

Deus – O Matador de Sementinhas (1997) – No ano de 1997 Carli Bortolanza e eu cuidávamos do castelo da Canibal Filmes, local onde todo o equipamento de filmagem, maquiagens, iluminação e figurinos estavam guardados. Como o tempo de tédio era muito enquanto montávamos guarda para que ninguém invadisse nosso estúdio para roubar ideias e bens materiais, começamos a filmar vários curtas experimentais inspirados em Andy Warhol e Paul Morrissey e, assim, surgiram pequenas brincadeiras como “Crise Existencial”, “O Homem Cu Comedor de Bolinhas Coloridas”, “A Despedida de Susana – Olhos e Bocas” (1998), “9.9 (nove.nove)” e este “Deus – O Matador de Sementinhas”.

“Boi Bom” (1998) – Possivelmente meu filme mais polêmico. Antes de me tornar vegetariano realizei este brutal filme sobre a figura do homem se valendo de assassinato para se alimentar em pleno século XX. Em uma bebedeira falei com Jorge Timm e Carli Bortolanza sobre minha intenção de rodar algo extremamente brutal sobre alimentação envolvendo a matança de animais, mas a ideia ficou ali. Alguns meses depois o Jorge Timm apareceu com tudo combinado, ele já tinha encontrado um abatedouro clandestino que iria nos deixar filmar desde que não identificássemos o local. Chamei o Bortolanza e o Claudio Baiestorf e fomos até o abatedouro filmar. Em tempo: a carne deste boi que aparece no filme foi vendida pra um restaurante – pelo abatedouro, não pela gente – após as filmagens, só vindo a reforçar o que acho da alimentação envolvendo assassinatos. Hoje eu não faria outro filme com este teor, mas não renego o curta, está feito, faz parte de uma fase que eu me preocupava mais em chocar. PACK ÁCIDO+DEUS+BOIBOM.

Assista “A Despedida de Susana – Olhos e Bocas” aqui:

Mantenha-se Demente!!! (2000)

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Bortolanza aplicando fx em Loures

Logo após lançar “Zombio” (1999) escrevi o roteiro insano de “Mantenha-se Demente!!!”, um longa gore que misturava a cultura da região oeste de SC com os delírios japoneses envolvendo putaria com tentáculos. Levantei uma parte do dinheiro necessário para as filmagens e chegamos até a rodar algumas cenas do filme. Mas tudo estava tão capenga e caótico que acabei abandonando o projeto para rodar o “Raiva” (2001). O material filmado acabou por se tornar o curta-metragem “FRAGMENTOS DE UMA VIDA“, montado em 2002. Particularmente, gosto bastante do resultado de surrealismo gore alcançado neste cura improvisado, o que sempre me faz pensar que poderia voltar, hora dessas, a realizar experiências nesta linha.

 

Entrevista com Petter Baiestorf no Set de Zombio 2 (2013)

Acabei de encontrar essa ENTREVISTA que o Andye Iore realizou comigo durante as filmagens de “Zombio 2” (2013). Estou visivelmente cansado mas até que bem lúcido falando sobre o caos que foram os primeiros 12 dias de filmagens de “Zombio 2”. Estou compartilhando com vocês essa entrevista de 17 minutos mais como uma curiosidade mesmo, ela deveria estar nos extras de “Zombio 2” mas por um estranho motivo foi esquecida durante a autoração do DVD oficial de “Zombio 2“. Enfim, palhaçadas de uma produtora de cinema completamente atrapalhada.

Memórias em tom de realismo fantástico de Petter Baiestorf.

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Demência Zine

Posted in Fanzines with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on julho 3, 2012 by canibuk

A resistência zineira brasileira continua editando alguns números imperdíveis, provando que mesmo numa época dominada por publicações virtuais ainda é possível editar fanzines de papel. Eduardo Vomitorium acabou de lançar o genial “Demência” número 5 com muito material sobre a cena gore grind nacional e toques sobre produções de filmes gore.

Neste número rola entrevistas com as bandas Obliteração e P.N.H. e uma entrevista comigo, conduzida pela dupla André Luiz (Lymphatic Phlegm) e o editor do “Demência”, onde falo sobre o mercado do cinema gore independente brasileiro. Também traz textos interessantes como “A Paternidade e o Underground”, que versa sobre os cabeções que abandonam as produções independentes só porque tiveram um “saquinho de merda ambulante” em suas vidas (isso, é um texto sobre ter filho e continuar produzindo); texto libertino com sexo explícito; outro sobre death metal e “Os Pilares da Desgraça”, sobre o Sore Throat. E muitas páginas divulgando outros fanzines, demo-tapes, e CDs de bandas nacionais e gringas. Muito barulho de qualidade para ser lido em 70 páginas de um trabalho irretocável que dá gosto ter em mãos.

As primeiras 50 cópias do “Demência” número 5 trazem de brinde a split-tape com Obliteração e P.N.H. e pode ser adquirido com o Eduardo Vomitorium via correio (A/C de Eduardo V. Júnior, Rua Fco. das Chagas Barreto 1054, Campo dos Velhos, Sobral/CE 62030-095).

dica do Baiestorf.

* Você que edita fanzines, lança demo-tapes e/ou produz filmes independentes (e qualquer outra manifestação artística mais obscura), mande pro Canibuk seu material e teremos maior prazer em ajudar na divulgação.

Sua Agulha vai Sangrar

Posted in Bucket O'Blood, Música with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 25, 2012 by canibuk

Lymphatic Phlegm & Decomposing Serenity – full 7″eps imperdíveis!!!

Pois é, depois de algum tempo estamos de volta com algumas novidades! Dessa vez com lançamentos bastante especiais que contam com material inédito do Lymphatic Phlegm e também do Decomposing Serenity! E o melhor… ambos foram lançados no mais especial de todos os formatos: VÍNIL! Fernando Camacho e a grande Black Hole Productions atacam novamente para alegria dos apreciadores de música extrema com cobertura de formol, pus, sangue coagulado, tripas etc e tal!

Pela primeira vez em um full 7”ep o Lymphatic Phlegm trás músicas inéditas e que estavam guardadas desde 2006. Gore Grind forense/patológico como de costume, sem mudanças ou novas influências, esse material é comemorativo aos 16 anos da banda completados no último mês de fevereiro e trás uma palheta de presente aos primeiros compradores!

Já o Decomposing Serenity, que já foi oriundo da Austrália e atualmente é norte-americano, trás no lado A músicas inéditas e exclusivas para esse lançamento e no lado B músicas datadas de 1995 quando Witter ainda dividia algumas atividades da banda com o velho amigo Jayde do finado Viscera! Bom, para quem conhece bandas como Blue Holocaust, Gross, Savage Man/Savage Beast e Amoebic Dysentery eis uma grande pedida! As produções são um caso a parte, confira e tire suas próprias conclusões e faça seus próprios comentários! Ahhh, o Decomposing Serenity também acompanha palheta para os primeiros compradores!

O preço também é um caso a parte, míseros R$ 15.00! E lembrando que adquirindo ambos, o preço fica menor ainda, ou seja, COMPRE OU MORRA! BxHxP fazendo a máquina continuar funcionando e muito mais está vindo por aí! HAIL THE WAX!

PEDIDOS: Black Hole Productions <mail@blackholeprods.com>

Old Grindered Days Vol. 1 – 9 way split CD

Apesar de ainda não ter adquirido o material gostaria de mencionar essa grande produção realizada em conjunto por uma série de selos e bandas, muita gente boa envolvida nesse lançamento! Creio (se não estiver enganado!) que o grande mentor disso tudo foi o amigo de PE Glésio Torres e seu selo Old Grindered Days, até mesmo nome do material!

Uma reunião de peso em que eu destacaria o retorno do grande e velho NECROSE aos lançamentos oficiais e o melhor de tudo, com músicas inéditas! As outras bandas envolvidas são: Subcut, Boneache, Crunch Delights, Barulho Ensurdecedor, Pankreatite Necrohemorragica, Sengaya, Feces On Display e Ataque Cardíaco! Certamente esse material deve estar brevemente disponível em diversas distribuidoras e selos, prepare os ouvidos, adquira já o seu e possibilite que novas produções como essa sejam possíveis de ser realizadas!

Muito legal o surgimento de novos selos e com eles a possibilidade de novas bandas e também as velhas, porque não, de terem seus materiais valorizados e lançados de maneira oficial e com qualidade. Sucesso a todas as bandas envolvidas e em especial a todos os selos e pessoas envolvidas nesse lançamento, PARABÉNS!

PEDIDOS: Angela – NECROSE <abysmoj@gmail.com>

dicas de André Luiz.

Confinópolis – A Terra dos Sem Chave

Posted in Cinema, Vídeo Independente with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on março 2, 2012 by canibuk

“Confinópolis – A Terra dos Sem Chave” (2011, 16 min.) de Raphael Araújo. Maquiagens de Alexandre Brunoro, Projeto Gráfico de Alex Vieira, Animação de Felipe Mecenas, Narração de Daniel Boone e Fonzo Squizzo. Com: Daniel Boone, Fonzo Squizzo e Leonardo Prata. Uma produção da Camarão Filmes.

“O medo é uma droga incrível!” diz uma das personagens de “Confinópolis” a certa altura, sobre as pessoas que se deixam manipular pelos líderes, sejam políticos, religiosos ou militares (na maioria das vezes essas três racinhas desprezíveis estão em parceria nos levantes contra o povo).

“Confinópolis” é um curta de Raphael Araújo com base em uma HQ dele mesmo que havia sido publicada na revista Prego anos atrás. A HQ virou um filme político de primeira grandeza, teorizando sobre um povo que se deixa governar por um tirano (que pode ser qualquer político, mesmo os políticos “bonzinhos”). Aqui vemos um lugar fictício onde as criaturas possuem uma fechadura no lugar do rosto e todos tem a esperança de que a salvação virá na figura de uma chave. Essa é a pequena deixa para que Araújo teorize sobre a manipulação política, sobre a televisão (um lindo flashback em animação – cortesia do artista Felipe Mecenas – explica como a sociedade ficou hipnotizada por milhares de caixas de luz hipnótica) e sobre como ações individuais podem fazer a diferença em uma sociedade. Quem fica em silêncio concorda com as atrocidades cometidas por políticos, religiosos, militares e imprensa, que sempre caminham de mãos dadas pelo jardim da tirania.

“Confinópolis” é sobre o Brasil. É uma alegoria sobre nosso povo “ordeiro e pacato”. As cenas do curta onde vemos o exército na rua controlando e descendo o cacete no povo remete de forma direta aos tempos da ditadura (ou, mais recentemente, aos morros cariocas sendo tomados pela polícia para a implantação das unidades de polícia pacificadora, onde foram relatados inúmeros casos de abuso de poder por parte da polícia e, também, remete de forma direta à força repressora do estado brasileiro à casos como a desocupação de Pinheirinho). Sai o crime organizado, entra o crime ligitimizado pelo estado!

O curta contou com o apoio de muitas figurinhas de Vitória/Vila Velha (ES), como o ator e músico Fonzo Squizzo (que é figura obrigatória nos filmes do Rodrigo Aragão), Alex Vieira (editor da Revista Prego), Guido Imbroisi (músico) e o maquiador – e também músico – Alexandre Brunoro (que trabalhou no longa “A Noite do Chupacabras” (2011) de Rodrigo Aragão e faz parte da incrível I Shit on Your Face, banda de grindcore fenomenal). Toda a parte técnica e de produção do curta “Confinópolis” está muito bem executada e resolvida. Araújo conseguiu compôr, mesmo com orçamento minguado, várias seqüências grandiosas e inesquecíveis. Em tempos onde as bancadas evangélicas do congresso brasileiro pretendem até “curar” gays, recomendo este curta que é um ótimo exemplar do novo cinema independente brasileiro, pensante e com o que dizer!

Para assistir o curta você precisa da senha: semchave

Abaixo uma pequena entrevista com o maquiador Alexandre Brunoro sobre a produção de “Confinópolis”.

Petter Baiestorf: Como surgiu o convite para você fazer as maquiagens do curta?

Alexandre Brunoro: Na verdade não houve o que poderíamos chamar de convite, até porque sou um dos idealizadores do projeto também. Já tinha experiência nesse tipo de trabalho, pois além da Camarão Filmes, desenvolvo um trabalho com a Fábulas Negras também, usei bastante do que aprendi trabalhando na pré-produção e no set de filmagens de “A Noite do Chupacabras”, posso afirmar que esse conhecimento foi crucial pra que eu pudesse assumir os efeitos especiais e maquiagens de Confinópolis.

Baiestorf: Achei a parte técnica e a produção do curta bem profissional. Qual foi o orçamento? Você pode trabalhar nas maquiagens com calma e dinheiro?

Brunoro: A produção custou pouco menos de 5 mil reais. Posso dizer que tive muita calma pra fazer este trabalho, pude experimentar algumas coisas, improvisar em outras, tínhamos material suficiente pra fazer tudo e mais ou pouco, além de termos usado lixo em boa parte das cenografias, dá prá se fazer coisas incríveis usando papelão e betume.

Baiestorf: Fale sobre seu processo de criação das maquiagens.

Brunoro: Meu processo de criação começa na hora de escrever o roteiro, tudo tem que ser pensado antes de ir pro set de filmagens. De acordo com a necessidade de cada cena eu escolho o melhor mecanismo a ser usado. Quanto ao visual dos cidadãos de Confinópolis, decidimos que seria mais fácil usar máscaras de tecido, o que facilitou bastante a minha vida, pois a maquiagem só se fez necessária em cenas onde havia sangue. O design foi baseado nas máscaras mexicanas de “lucha libre”, o que mudou foi o tipo de tecido e algumas coisas no corte, pra que a máscara pudesse se adaptar em qualquer tipo de rosto e tamanho de cabeça. Em breve estaremos disponibilizando as máscaras para serem vendidas.

Baiestorf: O preto e branco deu um visual ótimo ao filme e realçou melhor tuas maquiagens. Havia a opção de se fazer o filme colorido ou o preto e branco sempre foi a opção inicial? Porque?

Brunoro: A primeira coisa que decidimos quando estávamos escrevendo o roteiro era que o filme seria todo em preto e branco, achamos mais coerente com a ambiência que queríamos imprimir no curta, além de tornar o processo muito mais simples e barato.

Baiestorf: Numa cena uma das personagens se transmuta e o ator veste uma maquiagem de corpo inteiro com um ótimo visual. Fale sobre a criação desta cena:

Brunoro: Esta cena foi a mais difícil de filmar, pois não sabíamos direito ainda como seria a montagem, filmamos a maioria de ângulos que pensamos na hora, aproveitando bastante o ator também, que sem ensaiar conseguiu criar uma movimentação ótima. A fantasia foi composta em sua grande maioria de lixo que catamos na rua e no lixo de uma fábrica de roupas, apenas a máscara foi esculpida. Esse monstro surgiu depois de algumas pesquisas que fizemos, posso te dizer que me inspirei bastante nos monstros de programas Sentai japoneses.

Baiestorf: Fale um pouco sobre a HQ original publicada na revista “Prego”. Você se baseou nela para o design de algumas maquiagens?

Brunoro: Sim, sem dúvidas o HQ original foi a maior referência que tínhamos pra compor o visual do curta. Tivemos que adaptar algumas coisas, criar outras, cortar algumas, mas no final das contas acho que adaptamos bem a história no vídeo, prás pessoas que leram o quadrinho o filme vai soar bem fiel. O curta valorizou bastante a história do HQ, além de trazer pra vida os personagens de Confinópolis, ainda tivemos a oportunidade de finalizar a história que estava faltando o último número.

Baiestorf: O curta está sendo distribuído? Está sendo exibido em festivais de cinema? Como as pessoas podem assisti-lo?

Brunoro: Ainda estamos começando esse processo, já nos inscrevemos em alguns festivais e estamos esperando a aprovação da curadoria. Será produzido um DVD em breve, onde estaremos disponibilizando na internet pra que seja comprado, copiado, pirateado e assistido.

Assistam o quanto antes o vídeo que dispobilizamos exclusivamente aqui no Canibuk, ele não deverá ficar muito tempo online!!!

Hutt: Monstruário

Posted in Música with tags , , , , , , , , , , on fevereiro 19, 2012 by canibuk

Hutt foi formado em 2002 por Liandro (guitarra), Marcelo Chouki (bateria) e Marcelo Appezzato (vocal) com influências do HC mais violento, quadrinhos e cinema (a relação da banda com cinema é tanta que Marcelo Appezzato é co-diretor, ao lado de Fernando Rick, do hilário “Guidable – A Verdadeira História do Ratos de Porão” e roteirista do curta “Ivan”, também de Fernando Rick, onde criou a divertida figura de Darlene Star, magnificamente interpretada pelo ótimo ator/diretor Rubens Mello).

Ainda em 2002 a banda lançou a demo “Miserável”, com 10 sons bem crus e diretos. Em 2003 lançou via 2+2+5 Records o disco “Sessão Descarrego”, com 28 sons e que teve uma excelente repercussão entre o público sempre sedento por barulho de qualidade, coisa que a Hutt faz com um talento único. Em 2007 saiu o split “Crushing the Grindcore Trademark”. Hutt já dividiu o palco com bandas gringas como Brujeria, CAD, Rompeprop e Total Fucking Destruction.

Em 2010, com Appezzato no vocal, Liandro na guitarra, André no baixo e D. Klink na bateria, Hutt lançou o ótimo CD “Monstruário”, são 23 faixas do mais puro grindcore fodido que não tem como descrever (mesmo porque música precisa ser ouvida), com encarte lindo composto da arte de Win Mortimer (que eles roubaram da revista Capitão Mistério – Série Sexta-feira 13, ano 1, número 5) e uma arte inédita onde vemos a banda caricaturada por Fernando Rick. Uma curiosidade: Na introdução da faixa “Três Ratos” ouvimos a voz de pato Taquara de Gurcius Gewdner gritando “Você quebrou meu Rádio!”. “Monstruário” é grindcore de primeira, não vou ficar escrevendo aqui sobre as músicas porque músicas são prá ouvir, não prá comentar.

Entre em contato com o Marcelo Appezzato clicando neste link e se informe com ele como conseguir o CD (perguntei pro Appezzato qual o preço do CD e como pessoal faz prá pegar o disco, mas ele foi pular carnaval e não me respondeu).

Homicide

Posted in Música with tags , , , , , , , , on fevereiro 15, 2012 by canibuk

2006, São José/SC: Marlon Joy (guitarra) e William Longen (Vocal) começaram com o projeto chamado HOMICIDE, com a intenção de tocar Thrashcore com influências de R.D.P, Nailbomb, Sepultura e Slayer com Fernando (Vesgo) na bateria, e no baixo passaram vários amigos tocando com a banda, como pé de pano e Gustavo.

Em 2007 Marlon Joy e William Longen decidem tornar o HOMICIDE algo diferente. Mais agressivo, violento e pesado: GRINDCORE! Com essa mudança de estilo a banda teve sua formação alterada que acabou fazendo com que Marlon (guitarra) se torna-se o baterista e Diego Valgas assumisse as guitarras e backing vocais. A banda ficou certo tempo sem baixista até que Hamey Grudtner assume os baixos distorcidos! No mesmo ano Hamey decide sair da banda por motivos pessoais e entao William passa a fazer Baixo/Vocal, formando um Trio. Com essa formação saiu a primeira demo chamada “TOTAL DECAY”, com 9 sons de Grindcore violento e uma ótima repercussão. 2007 , 2008 e 2009 foi a fase que a banda tocou em muitas gigs e participou do 4way “NAKED GRINDING FEAR”, com as bandas SMG, Violent Gorge e Pureza Genocida. A demo ‘TOTAL DECAY’ seria um 3way CD com Subcut (Sp), e NO MAS NO (México) por um selo mexicano, porem devido a problemas, nunca saiu em material físico.

Tempos depois, Diego passa a morar em SP temporariamente, o que tornou as atividades da banda praticamente nulas. No final de 2011 a banda Homicide voltou a ativa!! A atual formação é: Sommer (Baixo e vocal), Diego (Guitarra e vocal), Marlon (Bateria). Com a volta as atividades, saiu pelo selo Dëtëstö Records a demo Total Decay em formato físico, e ainda encontra-se disponível a quem interessar.

Recentemente a banda iniciou as gravações de um Full Lenght que será lançado em 2012.
Uma prévia com 2 sons encontra-se disponível CLICANDO AQUI.

Não deixe de entrar em contato!!
homicidegrind@gmail.com

Roteiro de Vadias do Sexo Sangrento

Posted in Roteiro with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 14, 2012 by canibuk

Em 2008 escrevi, fotografei, produzi e dirigi o média-metragem “Vadias do Sexo Sangrento”, que foi estrelado por Ljana Carrion (Tura), Lane ABC (Mirza), Coffin Souza (Esquisito), PC (Russ), Jorge Timm (pescador tarado) e eu no papel do narrador. As maquiagens do filme foram executadas pela dupla C.B. Rot e Coffin Souza, a edição ficou à cargo de Gurcius Gewdner, alguns cenários do filme foram pintados por Marciano Lorini e depois lançamos um DVD duplo por uma parceria que eu tinha na época entre a Canibal Filmes e a Bulhorgia Produções (este DVD duplo chegou a ser eleito pelo jornalista Frans Dourado da revista Road Crew como o melhor lançamento aquele ano). E o “Vadias do Sexo Sangrento” virou uma espécie de clássico da bagaceirice udigrudi onde os espectadores foram surpreendidos por doses cavalares de sarcasmo e humor negro Baiestorfiano.

Resolvi disponibilizar o roteiro original aqui para quem quiser compará-lo ao filme pronto (que pode ser adquirido em DVD duplo, cheio de extras, via e-mail baiestorf@yahoo.com.br pelo simbólico valor de R$ 20.00, já com correio incluído). Uma ótima oportunidade para estudantes de cinema (e cinéfilos em geral) compararem o antes/depois de uma produção independente.

CANIBAL FILMES apresenta

VADIAS DO SEXO SANGRENTO

um roteiro de Petter Baiestorf

(2008)

Seq. 01 – casa baiestorf/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
SOBRE A IMAGEM ABAIXO DESCRITA OS CRÉDITOS INICIAIS DO FILME: ELENCO, EQUIPE-TÉCNICA (fica de fora somente o título do filme):

Vagina de Tura em close, se masturbava em ultra-close, dedos batendo siririca de maneira rápida e quente.

Seq. 02 – prainha da ilha/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Na prainha da ilha da Ilha Redonda Esquisito corre atrás de Tura, estão ambos ensangüentados e nus.
Câmera rente ao chão, correndo juntos das personagens, nunca câmera estática normal aqui.
Esquisito agarra Tura com fúria. Segura-a pelo pescoço:

ESQUISITO: Porque fica fugindo de mim vadiazinha, já não chega esse putos aí que estão destruindo o Planeta com sua sede por dinheiro… Tu também quer cortar minha diversão???

Enquanto Esquisito fala isso câmera se volta para a construção da hidroelétrica que está acontecendo ao lado deste cenário. Preparar alguns closes do maquinário para inserts.

TURA: Puta que pariu, só que me faltava, um psicopata com consciência ecológica… Tu é doente cara!!!

Esquisito coloca-a em seus ombros. Valorizar as formas da atriz para dar o tom sexploitation do filme em homenagem ao Russ Meyer.
Esquisito gargalha, ela se debate.
Essa imagem congela.

NARRADOR (sobre essa imagem em still): “Aí caralho, acho que é melhor começar a história de Esquisito e Tura do meio… Preste atenção, não vamos contar nada duas vezes!”

Seq. 03 – Crédito – nome do filme
Música:

VADIAS DO SEXO SANGRENTO

Seq. 04 – casa de baiestorf/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Close na vagina de Tura novamente, mão batendo siririca novamente, movimentos ágeis e gostosos, agora com som dos gemidos de Tura que estava gozando.
Câmera se afasta e revela Mirza nua deitada ao lado de Tura (que estava amarrada na cama) que masturbava Tura.
As duas se beijam, Mirza morde os seios de Tura. Closes em rostos, lábios na pele, olhos, expressões de prazer.
Mirza vai deslizando para o meio das pernas de Tura. Mirza morde os lábios fazendo um expressão sacana. Começa a fazer sexo oral com Tura.
Celular de Mirza toca.
As meninas continuam fazendo amor.
O celular de Mirza continua tocando.
Mirza se levanta para pegar o celular, sob protestos de Tura.

TURA: Não atende esse mala não, fica aqui comigo porra!!!

Mirza atende o fone.

MIRZA: O que tu quer Russ!!!

Russ com o campo bucólico à suas costas (que é do lado de fora da casa onde elas estariam) esta em seu fone celular. De agora segue-se esses dois ambientes durante todos os diálogos dessa cena.

RUSS: Eu sei que vocês estão aí, abre essa porta sua vaca!
MIRZA: Se fode Russ, me deixa em paz!!!
RUSS: Porra Mirza, eu te amo caralho, não posso ficar longe de ti, eu preciso de ti, eu te amo porra!!!…

Mirza desliga o celular.

MIRZA: O Mala ta ali fora…
TURA: Porra Mirza, manda o Russ se foder e me chupa logo!!!
MIRZA: Não Tura, ta na hora de resolver isso de uma vez por todas, senão ele vai ficar enchendo o saco sempre!!!

Mirza diz isso já desamarrando Tura, que está contrariada com a situação de sua foda ter sido atrapalhada.

Seq. 05 – pátio da casa de eduardo/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Russ do lado de fora vê as duas saindo pela porta, vai até Mirza, que o ignora e continua caminhando pelo cenário do campo, câmera na mão acompanha, tentar filmar o diálogo todo num único travelling plano-seqüência (decorrem essas falas).
RUSS: Mirza, larga essa vagabunda e fica comigo, to de saco cheio de tu saindo com todo mundo e me ignorando… Porra Mirza, eu não sou lixo não!!!
MIRZA: Te fode Russ… Eu quero me divertir…
TURA: Te liga mane, Mirza é minha agora…
MIRZA: Eu não sou de ninguém porra!!!
RUSS: Mirza… escuta… eu te amo porra, mas vou te encher de porrada se continuar assim…
TURA: Eu vou te encher de porrada se tu continuar assim patético!!!

Russ se ajoelha na frente de Mirza, close em Russ, close em Tura puta (acendendo um cigarro)

RUSS: Eu quero ficar contigo!!!

Close no rosto sério de Mirza, close em Russ, close em Tura fumando contrariada com a situação.
Volta para Mirza (com Russ também no plano), parecia que ela iria ceder, mas neste momento começa a tocar uma música ridícula dentro do estômago de Russ (ver na edição alguma tranqueira que eu não gosto, bem idiota e festivo).
As duas meninas começam a gargalhar e saem caminhando abraçadas.
Russ estava desesperado (a música segue tocando)…

RUSS: Mirza… não me deixa não… isso não é nada, eu tive um problema antes com um cara… merda… merda…

As duas meninas seguem caminhando, abraçadas, se beijando, se arretando.
Câmera sai das duas meninas e desliza até Russ (tentar fazer isso com o tripé nas mãos, igual grua improvisada, se der errado câmera na mão mesmo).

RUSS: Se eu não posso ficar com essa desgraçada, vou matar elas duas!!!

Câmera ainda fica alguns instantes sobre o rosto de Russ.

Seq. 06 – prainha da ilha/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Imagem em Still de Esquisito com Tura nos ombros, sai do still após um segundo (continuando a cena donde havia congelado na seq. 02)
Esquisito carrega ela gritando pro meio do mato…
Câmera estática fica por um tempo ali parada, usar essa imagem para colocar voz do Narrador sobre ela, que diz:

NARRADOR: Puta merda, não falamos sobre o esquisito…

Seq. 07 – pátio do sítio/noite
Música:
Elenco:
Cenas:
Várias imagens de Esquisito super iluminado a noite, pelado, em alguns takes com sua própria cara, em outro takes com sua máscara de tetas, lambuzado de óleo johnson&johnson, fazendo poses de fisionomista, hora com facão na mão, etc… Termina essas cenas todas com Esquisito mostrando prá câmera uma caixa de sapato cheia de bucetinhas empalhadas.
Sobre essas imagens todas segue a narração:

NARRADOR: … Esse é o herói desta historinha… Esquisito foi abusado sexualmente por uma excursão de padres, só 48 no total, quando era apenas uma criança inocente e ainda normal… Depois disso passou a torturar pequenos animais se deliciando com as lágrimas que vertiam dos pequenos olhinhos de cotovias indefesas… Aos 19 anos se tornou vegetariano e eco-terrorista, percebeu que era muito mais divertido estuprar e torturar humanos e desde então se tornou uma besta sanguinária nada amável, completamente detestável, colecionador de sofrimento e bucetinhas empalhadas!!!

Seq. 08 – mato/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Esquisito caminha pelo mato com Tura nos ombros, que se debate bastante, até conseguir se agarrar numa árvore e com golpes de kung fu (ou alguma outra luta marcial) derruba-o.

TURA: Agora tu vai saber o que é o inferno na Terra!!!

E Esquisito apanha muito de Tura, até desmaiar. Fade-out com Tura sobre ele batendo no rosto de Esquisito.

Fade-In com Esquisito acordando, está amarrado no chão com braços e pernas abertos presos em 4 estacas (ou 4 árvores, decidir isso no set).
Câmera tomando o lugar de Esquisito, filmar Tura nua de baixo para cima…

TURA: Acho que tu não prestou atenção antes porque tava apanhando, mas… Agora tu vai ficar sabendo o que é o inferno na Terra!!!

Tura mija nele gargalhando…

ESQUISITO: Isso eu bebo em todos os cafés da manhã sua putinha… Isso não é o inferno sobre a Terra, isso é o paraíso… (e gargalha)…

Tura sorri, passa seu pé pelo pênis de Esquisito e vai baixando até perto do ânus dele e enfia o dedão numa só fincada.
Close no rosto de Esquisito berrando… Close no sangue vertendo do ânus dele sobre o pé dela. Ultra closes nojentos aqui para enojar a platéia, elaborar um pouco de merda também e coisas do gênero, quanto mais melequento melhor.
Elas arranca o pé do ânus dele. Novo grito de muita dor de esquisito, close no rosto. Ela se agacha sobre o ventre de Esquisito e agarra com a mão o pênis dele, close dela apertando as bolas dele com força. Câmera se desloca rápido até o rosto de Esquisito berrando.
Close no rosto de Tura lambendo os lábios, se abaixa saindo do ângulo.
Câmera plano geral com ela mordendo-o no pênis dele. Gritos, closes nos rostos, sangue aos borbotões até ela arrancar o pênis dele e cuspir pro lado… Sangue jorrando contra o corpo nu de Tura, lambuzando de maneira erótica seus seios.

TURA: Ainda ta achando que isso é o paraíso na Terra!!!
ESQUISITO: Bem melhor que ir pro exército!!! (gargalha)…
TURA: Além de sem noção também é engraçadinho???

Tura pega um pedaço de pau pontiagudo e começa a golpear o peito-estômago dele até abrir grandes feridas, pedaços de tripas começam a sair do estômago. Ela larga seu pedaço de pau pontiagudo e se banha alucinadamente com as vísceras e muito sangue, ao mesmo tempo que faz sexo com ele, sentando-se sobre o nariz de esquisito e se masturbando loucamente.

Seq. 09 – mato/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Câmera em plano geral mostrando Tura sentada sobre o nariz de Esquisito, se masturbando e se banhando com as vísceras…
Sobre essa imagem poética narrador volta…

NARRADOR: Bonito isso, erótico isso, sexy isso, to aqui batendo uma punheta gostosa prá essa cena saborosa… Mas não foi isso que aconteceu… Estou brincando com vocês…

Seq 10 – estrada perto da barreira/dia
Música:
Cenas:
Elenco:
Narrador escorado num carro. Um radinho de pilha tocava alguma música (inserts do radinho enquanto o narrador fala). Narrador em primeiro plano, ao longe Russ caminhava em direção ao narrador que falava olhando diretamente prá câmera.

NARRADOR: … O que aconteceu mesmo foi muito mais bizarro e inacreditável… Logo depois dessa cena vocês gozarão pelas orelhas conhecendo a verdadeira história…

Russ para ao lado do narrador.

RUSS: To procurando minha mulher cara…

Narrador ataca-o com violência gratuita jogando-o no chão. Close em sua mão pegando o radinho de pilha. Narrador faz Russ engolir o rádio e chuta-o dali, fazendo com que Russ sai meio que rastejando dali, levando chutes na bunda…

NARRADOR: Continua tua história infeliz e me deixa em paz!!!

Russ segue rastejando, tossindo, cambaleando.
Narrador fica em primeiro plano novamente, olha-se pelo reflexo da lente da filmadora e arruma seu cabelo, seu óculos escuros e sorri de modo cafajeste pro público cúmplice da violência gratuita.

Seq. 11 – casa de eduardo (pátio)/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Russ chega no pátio da casa onde as meninas estavam, vai até na porta e tanta abri-la, estava fechada. Russ sempre fazendo um irritante barulho com a garganta, Música ridícula toca um pouco, as vezes e para, conforme ele se mexe …
Russ pega seu celular e liga para Mirza.

No interior do quarto:

TURA: Não atende esse mala não, fica aqui comigo porra!!!

Mirza atende seu fone celular.

MIRZA: O que tu quer Russ!!!

Russ com o campo bucólico à suas costas (que é do lado de fora da casa onde elas estariam) esta em seu fone celular. De agora segue-se esses dois ambientes durante todos os diálogos dessa cena.

RUSS: Eu sei que vocês estão aí, abre essa porta sua vaca!
MIRZA: Se fode Russ, me deixa em paz!!!
RUSS: Porra Mirza, eu te amo caralho, não posso ficar longe de ti, eu preciso de ti, eu te amo porra!!!…

Mirza desliga o celular.

Russ ao perceber o celular sendo desligado, joga-o contra a parede quebrando-o.

RUSS: Puta merda de vida idiota… Quero nascer eunuco da próxima vez!!!… Ou virar um viado boqueteiro!!!

Lá dentro do quarto as meninas:

TURA: Porra Mirza, manda o Russ se foder e me chupa logo!!!
MIRZA: Só até tu gozar querida!!! (diz isso com um sorriso sacana nos lábios e volta a meter sua boca na deliciosa vagina de Tura, chupando-a com grande prazer)

Russ, lá fora, estava impaciente, caminhava de um lado pro outro, chutava baldes, pedras, galinhas, qualquer coisa que tiver no set.

FADE ESCURO COM LEGENDA:
“CINCO HORAS DEPOIS”

Seq. 12 – pátio da casa de eduardo/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Russ, que agora estava sentado no chão, entediado, olhos cheios de lágrimas, se levanta quando percebe as duas saindo. As duas passam por Russ que as segue, vão conversando com a câmera fazendo cortes prá cada diálogo.

RUSS: Mirza, larga essa vagabunda e fica comigo, to de saco cheio de tu saindo com todo mundo e me ignorando… Porra Mirza, eu não sou lixo não!!!
MIRZA: Te fode Russ… Eu quero me divertir…
TURA: Te liga mané, Mirza é minha agora…
MIRZA: Eu não sou de ninguém porra!!!
RUSS: Mirza… escuta… eu te amo porra, mas vou te encher de porrada se continuar assim…
TURA: Eu vou te encher de porrada se tu continuar assim patético!!!

Russ se ajoelha na frente de Mirza, close em Russ, close em Tura puta (sem acender um cigarro)

RUSS: Eu quero ficar contigo!!!
MIRZA: Russ, eu to te deixando porque tu é daquele tipo de homem que acha que nós mulheres só servimos prá aparecer peladas, só servimos prá fazer sexo, prá ter filhos, cuidar da casa… Porra guri, tu não tá com saudades de mim, tu ta com saudades é da minha buceta, tem este sentimento de perda… Se é só uma buceta que tu quer, vai comer uma puta!!!

Mirza termina de dizer esse diálogo, pega na mão de Tura, abraça-a, beija-a…
Russ fica olhando para as duas de maneira patética, era um homem destruido.
As duas meninas colocam fucinhos de porco e imitam porquinhas prá ele, rindo dele, pisando completamente sobre aquele patético representante da raça masculina, hehehhehehheheh…
E elas se vão abraçadas.

RUSS: Eu vou matar essa duas merdas!!!

A música ridícula começa a tocar imadiatamente após Russ dizer esse diálogo.
Russ fica um tempinho em silêncio, ajoelhado, a música patética toma conta do ambiente.

Seq. 13 – mato/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
As duas meninas seguem pela mata abraçadas. Elas param e ficam se olhando, se beijam com paixão, olhos fechados, close nos lábios, desejo, etc…
Neste momento começar a tocar um surf-psycho music e as duas fazem striptease, câmera ao estilo Russ Meyer e edição também. Striptease bem erótico.
Aos que as duas estão nuas se abraçam. Close nos biquinhos dos seios das duas se encostando. Beijo. Mãozinha na vagina, mão nas nádegas…

Seq. 14 – mato/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Câmera desvia das duas meninas para mostrar Russ chegando perto com um pedaço de pau. Acerta a cabeça de Tura que desmaia na hora. Mirza grita.

RUSS: Russ seu pau no cu… Para com isso!!!

Russ vai em direção à Mirza e acerta a cabeça dela.
Fade-out.

Fade-in com Mirza acordando, câmera subjetiva, em primeiro plano Russ sorrindo bem filho da puta.

Plano geral: Tura caída no chão, desacordada. Mirza amarrada em uma árvore, Russ pelado na frente dela.

Russ começa a beijar os seios de Mirza, deslizando pela barriga dela, beijando as coxas, o ventre…

MIRZA: Tenha paciência Russ, tu ta doente!!!
RUSS: Relaxa e goza putinha!!!
MIRZA: Tu nunca me fez gozar otário!!! (e gargalha)…

Russ se levanta rápido, pega-a pelo cabelos… Dá a volta e para atrás dela.

RUSS: É, nunca te fiz gozar ein… Vou comer teu cu então vadia!!! Se não vai se lembrar de mim pelos momento bons, vai se lembrar pelos pontos que vão dar no teu rabo depois que eu gozar!!!
MIRZA: Me solta Russ… (neste instante Russ faz força, como se tivesse penetrado a força o ânus de Mirza, que grita de dor parando de falar…)

Russ fica no movimento vai e vem. Mirza gritava de dor. Russ tapava a boca dela com as mãos. Tura desmaiada no chão.
Russ goza animalescamente logo, bufando e mordendo e lambendo o pescoço de Mirza.
Russ sai de trás dela, nu, dá a volta e olha prá ela.
Sangue com esperma escorria pelas coxas de Mirza. Russ passa a mão no sangue com esperma e esfrega na cara dela. Mirza se babava soluçando…

MIRZA: Eu vou te perseguir Russ, eu vou pagar dez garotões prá comer teu cu, seu viado!!!

Russ se ajoelha exausto se agarrando nas coxas de Mirza. Lambe o sangue com esperma que ainda restava nas coxas dela.
Não percebe que Tura havia se levantado ao fundo.
Tura mete uma porrada nas costas de Russ com seu pé direito, derrubando-o de bruços.
Em um único golpe de kung fu (filmar de lado a cena para parecer estar penetrando no ânus) ela penetra sua mão no ânus do Russ. Close na bunda dele jorrando sangue denso contra Tura. Sangue e merda de preferência (estamos tentando fazer um filme nojento, ok?).
Close no rosto de Russ gritando. Closes em Tura irada. Close em Mirza gargalhando alto, quase tendo um orgasmo.
Tura retira seu braço num único impulso trazendo para fora as tripas anais de Russ.
Russ coloca as mãos na bunda, meio que segurando as tripas e sai correndo sem direção. Correndo e gritando e seguindo a canção, hehehehehe…

Seq. 15 –mato/dia
Músicas: Sponge Bob – “The Best Day Ever”
Elenco:
Cenas:
Cenas em câmera lenta de Russ correndo com suas tripas saindo pela bunda, realizar vários ângulos. Editar de maneira nojenta e poética, com closes na bunda do Russ ensangüentada e cagada.

Seq. 16 – mato/dia
Músicas:
Elenco:
Cenas:
Tura estava abraçada às coxas de Mirza, exatamente como Russ estava também momentos antes.
Tura lambia o sangue com esperma das coxas de Mirza.

MIRZA: Me solta Tura…
TURA: Relaxa e goza meu amor…

E tura continua lambendo as feridas de Mirza, subindo até o ventre e afastando um pouco as pernas dela, até coloca-las ao redor de sua cabeça e proporcionando prazer à sua amada.
Câmera desliza da cabeça de Tura no meio das pernas de Mirza subindo pelo corpo dela até revelar que ela estava curtindo, de olhos fechado, com grande prazer…

Seq. 17 – beira do rio uruguai/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Um pescador gordo, sentado numa cadeira confortavelmente, bebendo suas cervejas em paz, é atrapalhado pelos gritos patético de Russ correndo com sua tripas saindo pelo cu…
O pescador gordo se levanta e vai ate onde Russ estava sentado na água gritando de dor…
Pescador gordo fica gargalhando com sua cerveja na mão…

PESCADOR GORDO: Racharam a roquinha do viadinho!!!

Então se vira olhando a trilha de sangue e pedaços de tripas e merda que Russ havia deixado pelo caminho.
O Pescador Gordo pega mais umas latinha e segue a trilha com certa curiosidade…

Seq. 18 – mato/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Mirza estava gozando cada vez mais alto.
Câmera em plano geral mostrando as costas da Mirza com as mãos de Tura apalpando suas nádegas…
Ao fundo surge a figura de Esquisito, já nu, agora com sua máscara de peitos escondendo-lhe a cara. Caminha em direção às duas depois de um tempinho parado olhando-as.
Sem que elas percebam, Esquisito arranca Tura do meio das pernas de Mirza agarrando-a pelo pescoço e a trazendo para junto de seu corpo e colando junto do rosto de Tura sua máscara de giallo sem noção.
Mirza fica gritando. Tura consegue se soltar das mãos de Esquisito caindo mais ao chão e sai correndo em direção à prainha (para resolvermos a cena chave do filme)…

MIRZA: Tura… Tura…
ESQUISITO: Olha só, tava pensando agora… As pirâmides são monumentos de um povo escravo, foi preciso pôr debaixo da canga toda uma nação para que essas enormes massas fosse levantadas… Mas se esperavam a ressureição dos corpos, porque diabos lhes extraíam os miolos antes de embalsama-los???… Será que os egípcios deviam ressucitar sem cérebro, típico em se tratando dos líderes??? …

Mirza olha-o surpresa pela explanação completamente fora de propósito.

ESQUISITO: O que quero dizer na verdade é que vou foder com aquela vagabunda agora e depois volto prá foder contigo!!!

E Ao terminar de dizer isso Esquisito sai correndo atrás de Tura…

Seq. 19 – mato/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Pescador gordo continuava seguindo a trilha de sangue e pedaços de tripas de Russ, ao que escuta os berros de Mirza…

MIRZA: Tura!!!… Porra, alguém me solta!!!…

Ao ouvir isso o Pescador Gordo apura o passo.
Pescador Gordo para em frente à Mirza, olha para o corpo dela de cima à baixo. Câmera desliza o corpo de Mirza. Quando sobre a vagina dela, corte para ultra close. Corte de volta para o rosto do Pescador Gordo completamente tarado e sem conseguir desviar os olhos dela.

MIRZA: Me solta cara, minha amiga foi atacada por um louco!!!

O pescador gordo nem toma conhecimento dessas palavras, continuava olhando prá vagina dela.
Plano geral com o pescador enfiando sua mão direita dentro das calças para se masturbar… Enquanto ele se masturba alternar ultra-closes dos seios e vagina de Mirza.

MIRZA (com olhar incrédulo no que lhe acontecia): Cara, não acredito nisso… Só tem doente aqui!!!

O pescador goza logo revirando seus olhos de prazer ao ejacular.
Closes nas coxas de Mirza, onde respinga esperma novamente em jorros (molho de alho, testar isso souza).

Mirza, depois de receber essa nova ejaculada, grita de raiva, chegará ao seu limite.
Com uma força inumana se solta da árvore arrebentando as cordas que a prendiam e derruba o gordo tarado e abre o estômago dele com as mãos mesmo…

(para a cena de Mirza abrindo o peito do pescador elaborar algo similar aos efeitos usados no David Camargo no “Blerghhh!!!”).
Muitos closes, gritos histéricos, muito sangue contra o corpo de Mirza e esses detalhes todos.

Após Mirza abrir o estômago ela entra dentro dele.

ESPAÇO PARA ANOTAÇÕES SOBRE ESSES EFEITOS:

Seq. 20 – mato/prainha do Rio Uruguai/dia
CENA PARA SER EDITADA SE ALTERANDO COM AS SEQÜÊNCIAS DESCRITAS ACIMA.
Músicas:
Elenco:
Cenas:
Primeiro:… Tura correndo nua no mato… Perseguida por Esquisito, nu, no meio do mato com sua máscara ridícula.
Sempre sem esquecer que as meninas continuam com seus fucinhos de porcos.

Segundo:
Na prainha da ilha da Ilha Redonda Esquisito corre atrás de Tura, estão ambos ensangüentados e nus. Com fucinho de porco e máscara (que na seqüência 02 não tem).
Câmera rente ao chão, correndo juntos das personagens, nunca câmera estática normal aqui.
Esquisito agarra Tura com fúria. Segura-a pelo pescoço, bastante firme, vira o rosto dela em direção à barragem que está sendo construída ao lado.

ESQUISITO: Ta vendo isso aí vagabunda… É por culpa de vocês que o planeta está sendo destruído… Se você levantasse essa bunda do sofá, se você lutasse por uma planeta mais limpo, não precisava destruir lugares bacanas prá construir hidroelétricas estúpidas!!!

Enquanto Esquisito fala isso câmera se volta para a construção da hidroelétrica que está acontecendo ao lado deste cenário. Preparar alguns closes do maquinário para inserts.

TURA: Puta que pariu, só que me faltava, um psicopata com consciência ecológica… Tu é doente cara!!!
ESQUISITO: Se um psicopata não tem consciência social, quem vai ter minha putinha!!!

Esquisito coloca-a em seus ombros. Valorizar as formas da atriz para dar o tom sexploitation do filme em homenagem ao Russ Meyer.
Esquisito gargalha, ela se debate.

Na montagem cuidar para terminar essa cena (19 e 20 editadas de maneira simultânea) com take de Mirza entrando dentro do estômago do gordo.

Seq. 21 – Montar cenário do estômago/noite
Música:
Elenco:
Cenas:
Mirza cai dentro do Estômago do gordo, completamente ensangüentada.
Dentro ela encontra pilhas de Televisões, muitas televisões com marreta encostada ao lado.

NARRADOR: E não podemos esquecer da vez em que Deus apareceu entre suas criaturas e foi devorado por elas… Detone seu Deus… Detone seu Deus!!!

Mirza berra, grita e pega a marreta e começa a destruir todas as televisões.
Câmera na mão.
Takes de televisões quebrando.
Na edição ver se editamos algumas cenas em close.
Em cada tela de TV colar algum ícone ou imagem de símbolos da sociedade de espetáculo (consumo).

Seq. 22 – mato/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Mirza sai de dentro do estômago do Pescador gordo, trazia a marreta em suas mãos…
Em pé, ao lado do corpo do pescador, Mirza olha para a marreta.

MIRZA: Caralho, devo estar ficando maluca de vez!!!

E sai, nua, correndo atrás de Tura para tentar resgata-la.

Seq. 23 – porão casa do sítio – montar cenário pintado/noite
Música:
Elenco:
Cenas:
Câmera passeia por algumas correntes até revelar Tura amarrada numa cama.
Ela estava estava deitada, acorrentada e do teto descia ao chão um bastão (ou barra de ferro) onde seus pés estava amarrados, deixando suas pernas abertas…
Esquisito segurava um bisturi nas mãos, olhava para a vagina de Tura.

ESQUISITO: Tua buceta é linda… Vou tirar ela prá minha coleção, ta???
TURA: Cara, só me estupra…. tu vai gostar, eu vou gostar e todo mundo fica feliz…

Esquisito pensa um pouco, coça sua careca…

ESQUISITO: Porra menina, eu coleciono bucetas e a tua vai estar na minha coleção…

E começa a delicada operação de retirar a pela da vagina de Tura… Na hora da edição testar editar essa cena sem som, com vários ultra closes, sangue em demasia e muito sofrimento no rosto de Tura. Para deixar quem assiste constrangido, tendo sensações que nunca tiveram ao assistir um filme.

Som volta à cena quando Esquisito termina de retirar a vagina de Tura, ele leva a vagina (pele na verdade) até o nariz e sente o doce perfume.
Tura se debatia, chorava, gritava de dor…
Esquisito olha para a vagina descarnada de Tura. Beija gostoso a carne viva…

ESQUISITO: Não se preocupa putinha, ninguém morre com isso…

E coloca a vagina de Tura dentro de uma caixa de sapato onde já havia outras vaginas empalhadas.
Esquisito se levanta, coloca a caixa sobre uma mesa.

ESQUISITO: Vou pegar tua amiguinha agora, achei a bucetinha dela bem bonita também…

E sai dali.

Câmera vai até Tura, toda arregaçada, com a vagina em carne viva, com as pernas abertas, pés presos no bastão… Câmera passa entre as pernas dela e fica filmando por um tempo seu rosto, lágrimas vertiam, soluços, olhos vermelhos, dor…

Filmar tempo esse take, tempo suficiente para usa-lo na próxima seqüência onde o narrador diz seu texto.

Seq. 24 – porão do sítio/noite
Música:
Elenco
Cenas:
Na edição manter somente o rosto de Tura na imagem, como descrito acima.

NARRADOR: E esquisito foi atrás de Mirza, como não a encontrou voltou e continuou abusando de Tura pelo próximos cinco dias não deixando que morresse. Sodomizou a menina com um cabo de vassoura e depois teve orgasmos cheirando a merda que havia ficado no cabo… Tura aguentou as torturas e continua viva… Mas não é isso que vamos mostrar… No sexto dia Mirza encontrou Esquisito e foi isso que aconteceu!!!

Seq. 25 – barreira/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Em local deserto, Mirza completamente louca, nua, carregava uma motoserra, estava com ela ligada, olhando com raiva.
Em sua frente estava Esquisito, nu, carregando sua motoserra ligada.
Vários takes estilo duelo de faroeste, caprichar nos takes brincando com os clichês do gênero, mas propriamente Sergio Leone.

MIRZA: Onde está Tura???
ESQUISITO: Vai ser um espetáculo isso, hahahahahahahahahahahahahahaha…

E Esquisito parte contra Mirza.
Elaborar uma luta com muito sangue e pedaços de membros voando.
Elaborar próteses para ultra-closes.
Disfarçar na hora de filmar que as motoserras estarão sem as correias de corte.
Vários planos abertos do alto.
Muito sangue.
E Ultra closes, elaborar uma luta nervosa.

Termina-la com Mirza matando Esquisito…
Enquanto Mirza faz uma referência ao “The Texas Chainsaw Massacre” depois de ter vencido o duelo, narrador entra sobre essa imagem:

NARRADOR: Bem, não foi bem assim que aconteceu a morte de esquisito… Na verdade Mirza arranjou uma arma e casualmente o encontrou  por aí e o matou pelas costas… Mas em nossa história um duelo com motoserras ficou bem mais “cool”…

Filmar também Mirza pegando a arma, engatilhando ela, caminhando pela mata, encontrando Esquisito de costas, atirando nele pelas costas, saindo caminhando a esmo com uma expressão distante…

Seq. 26 – estrada perto da barreira (mesmo local da seq. 10)/dia
Música:
Elenco:
Cenas:
Narrado em primeiro plano, olhando para a câmera, Mirza ao fundo estava chegando perto dele com a espingarda na mão…

NARRADOR: … Mirza nunca mais encontrou sua amada Tura… Teria tudo prá ela ter ficado louca, certo?… Mas não, ela acabou encontrando um grande amor logo em seguida e se entregou a ele de alma e coração…

Narrador sorri de forma cafajeste prá filmadora, vai até Mirza e a pega pelas mãos, ela em estado catatônico, quase louca e tal… Nua.
Narrador coloca-a de bruços sobre o capo do carro, levemente inclinada sobre o capô, então se agacha e beija a vagina dela, retira suas calças e a enraba de maneira nada sutil…

NARRADOR: Calma minha pequena, a vida é uma caixinha de surpresas… Se não dá certo um relacionamento, não quer dizer que todos os outros não darão certo… Relaxa e goza gatinha…

E ficam transando, logo os dois começam a gritar alto, como se estivesse gozando como loucos.
Câmera vai se afastando devagar com o Narrador enrabando Mirza…

Seq. 27 – porão da casa do sítio/noite
Música:
Elenco:
Cenas:
Em close rosto de Tura ainda viva, inchado, dolorido, postulento, feio, pegajoso…
Começa aqui a narração:

NARRADOR: (1) E pensar que nada dessa história sórdida teria acontecido se Mirza tivesse aceitado o amor de Russ / (2) e Tura tivesse ficado em casa se masturbando / (3) ou ainda, como o mundo teria sido mais seguro se Esquisito não tivesse sido estuprado por 48 padres… / (4) Mas, nossa história também poderia ter acabado melhor se Russ, / (5) ao ficar com Mirza, / (6) tivesse aceitado Tura no relacionamento / (7) e os três tivessem dado amor , carinho e compreensão ao esquisito / (8) e todos teriam vivido felizes em uma orgia deliciosa que duraria duas eternidades / (9) … Ou não?

AS IMAGENS A SEGUIR VÃO SE ALTERNANDO CONFORME A NARRAÇÃO SEGUE:

Início: Tura ainda viva (já descrita ali em cima).
Começa a narração:
01-    Mirza e Russ parados se olhando um pro outro e começam a se abraçar/beijar.
02-    Tura em casa se masturbando
03-    Esquisito parado em frente da filmadora com um buquê de flores de modo alegre.
De agora em diante câmera parada no mesmo lugar, sobre tripé:
04-    Russ parado sozinho de frente prá filmadora.
05-    Aparece Mirza abraçada com Russ e dando-lhe beijinhos.
06-    Aparece Tura no meio dos dois lhe beijando.
07-    Aparece Esquisito no meio dos 3 amantes…
Aqui câmera na mão estilo filmes pornôs dos anos 70
08-    Os quatro numa orgia, deitados no chão, em algum lugar a definir.
09-    Cara do Narrador terminando a narração…

Segue daqui em diante:

Câmera na cara do Narrador, se afastando…

NARRADOR: … Ou não?

Diz isso sorrindo prá filmadora, enquanto a câmera se afasta revelando Tura ainda viva no mesmo cenário do porão, amarrada do mesmo jeito ainda, como Esquisito havia abandonado-a.
Em algum canto detalhe da vassoura com merda no cabo…

Narrador, pelado, afasta as pernas dela, beija sua boca, seus seios, sua vagina com sangue podre e a estupra carinhosamente…

Seq. 28 – créditos finais:
Música:

FIM

Elaborar os créditos finais, incluindo elenco, equipe-técnica, músicas, agradecimentos e muito mais.

Facão 3 Listras

Posted in Música with tags , , , , , , , , , , , , , , on janeiro 8, 2012 by canibuk

Facão 3 Listras foi uma banda de Santo Antônio da Patrulha/RS que a dupla Daniel VillaVerde e Gustavo Insekto (que já tocavam nas bandas Scream Noise e Ornitorrincos)  quis montar em sua cidadezinha natal, uma cidade do inteiror gaúcho com cerca de 30 mil habitantes, misturando música tradicional do Rio Grande do Sul com um grindcore dos mais rasgados. É bom que se explique aqui que Santo Antônio da Patrulha é conhecida por ser a terra da Cachaça e da Rapadura (a cachaça de lá é ótima, já as rapaduras nunca experimentei) e as músicas da Facão 3 Listras viraram uma espécie de hino oficial da população local (eu mesmo presenciei, após um show perto da rodoviária velha, os taxistas ouvindo a banda).

Insekto conta que o nome da banda surgiu apartir de duas músicas: “Facão Três Listras” (que o Teixeirinha fez ameaçando, supostamente, o Gildo de Freitas) e “Resposta do Facão Três Listras” (onde Gildo de Freitas dá sua resposta ao Teixeirinha). Confira as músicas:

Facão 3 Listras era formada por Doutor Gustavo Insekto (vocal), Daniel VillaVerde (bateria), Renato Müller (gaita ponto), André C. Freitas (guitarra) e Felipe (baixo). Com essa formação eles gravaram uma demo-tape ótima com 15 canções e uma belíssima introdução, que agora foi digitalizada e disponibilizada para download.

Baixar a demo-tape da Facão 3 Listras (autorizado pela banda).

Infelizmente ninguém da banda tem mais o material gráfico da demo-tape, mas o som é excelente e é um trabalho que não pode cair no esquecimento.

E o Sangue Continua Jorrando: Haemorrhage/Gruesome Stuff Relish

Posted in Bucket O'Blood, Música with tags , , , , , , , , , , , , , , on novembro 30, 2011 by canibuk

É com imenso prazer que Canibuk anuncia seu mais novo colunista, o lendário André Luiz (das bandas Lymphatic Phlegm, Offal, Creampie e ator em filmes undergrounds, produções minhas como “Ninguém Deve Morrer” ou “Viatti Arrabbiatti” de Gurcius Gewdner) que vai passar a cuidar, através da coluna Bucket O’Blood, de divulgar aqui os lançamentos de música extrema que são lançados no Brasil e resto do mundo! Eu não curto muito escrever sobre música, mas sinto falta de divulgar material de bandas grindcore/goregrind ou extremas aqui pelo blog e agora, com André Luiz dando essa força prá gente, tenho certeza que os apreciadores de música doente/demente/suja estarão se sentindo em casa. Seja bem-vindo ao Canibuk André e hoje a postagem já é contigo:

“Haemorrhage/Gruesome Stuff Relish – Split MCD (2011, Black Hole Productions). Apesar da praga cotidianamente disseminada pela nova geração conhecida como “MP3 generation”, “baixo mesmo” e “tenho tudo HD”, os selos nacionais continuam fazendo bonito e batendo de frente com esse lixo medíocre que continua com sua “Atitude Zero” (Viva o Ratos!) em relação ao que muitos deles chamam de “cena”, “underground” ou qualquer merda do gênero!

A Black Hole Productions, maior selo nacional de música extrema da atualidade vem se consolidando a cada lançamento e contando com nomes cada vez mais importantes e de peso em seu cast. Desta vez o lançamento conta com nada mais, nada menos, do que com dois dos maiores nomes mundiais do gênero em um split pra fazer qualquer fã VERDADEIRO de Gore Grind fazer de tudo (ou quase tudo!) para obter sua CÓPIA ORIGINAL! Músicas inéditas de ambas as bandas, material de altíssima qualidade visual e o melhor, dessa vez seguindo os moldes dos grandes selos Norte americanos e Europeus, você pode adquirir o velho e interessante package, ou seja, CD + camiseta por um preçinho muitooo bom! Roubo de corpos em hospitais e mortos que caminham famintos por carne humana é o banquete de sangue que espera por você nesse grande lançamento da Black Hole Productions que conta com essas duas bandas clássicas e que deve ser um dos grandes materiais lançados em 2011/2012.

Muito bom ter material desta extirpe lançado por selos nacionais, isso só reforça e engrandece o trabalho de todos que realmente fazem alguma coisa para que a máquina continue funcionando! Faça isso você também, compre sua CÓPIA ORIGINAL e proporcione que outros lançamentos como esse sejam possíveis e que outras bandas tenham a oportunidade de lançar um material oficial de forma profissional! Aproveitando a deixa… FODAM-SE TODOS os blogs que disponibilizam materiais de bandas na íntegra para a merda do download, FODAM-SEEE!

PEDIDOS:

a/c – Fernando Camacho – mail@blackholeprods.comwww.blackholeprods.com

Apesar de ser breve e esporádico e de não fazer reviews propriamente ditos, espero poder colaborar e disseminar aqui um pouco das coisas que tanto gostamos relacionadas ao universo do Splatter/Gore, tanto quanto a música, filmes, eventos, pessoas, publicações e outras coisas relativas ao gênero em geral. Quero em especial agradecer ao Baiestorf e a Leyla pelo convite para participar do blog, mesmo que modestamente, e por de agora em diante poder fazer parte desse grande trabalho que ambos estão fazendo já á algum tempo falando desse universo fantástico e encantador que faz parte do nosso dia-a-dia em seus mais variados seguimentos. SANGUE, TRIPAS e MULHER PELADA para todos!

escrito por André Luiz – Bucket O’Blood.

Um som de cada banda: