Arquivo para leyla buk e petter baiestorf

Lua de Mel, Vinhos, Gemidos, Amor, Lambidas e Canibuk Volta em Julho!

Posted in Buk & Baiestorf with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on junho 16, 2012 by canibuk

Leyla e eu estamos em festa até início de julho, até lá Canibuk vai permanecer sem atualizações porquê queremos abrir um vinho e curtir umas caipirinhas com muitas cervejas acompanhadas de beijos quentes, lambidinhas deliciosas no paraíso, respirações ofegantes nas 24 horas de madrugadas delirantes, corpos suados em comunhão sexual, malícia molhadinha e melequenta em dias de sacanagem e cumplicidade se curtindo sem lembrar que existe um mundo fora do nosso quarto.

 

Enquanto não voltamos a postar no Canibuk, nossa sugestão é de que as postagens antigas estão aí para serem (re)descobertas. Em menos de dois anos de blog postamos 688 artigos sobre cultura obscura em geral. São 210 postagens sobre cinema não convencional, 60 dicas de vídeos independentes, 98 quadrinhos resgatados diretamente do passado, 23 entrevistas com artistas que tem o que dizer e mostrar, 120 dicas de literatura, 60 toques sobre música underground, 23 artigos sobre ilustradores com técnicas únicas, 58 amostragens de arte erótica e mais uma infinidade de material sobre anarquismo, animações, bizarrices, body modification, colagens, contos, cordel, culinária vegetariana, fan films, fanzines, fetiche, fotografia, fotonovelas raras, raridades do museu coffin souza, orações, pinturas, poesias, rádio, roteiros, sex symbols, soundtracks, televisão e mais 90 posts com arte que, Leyla Buk e eu, produzimos.

Até julho Canibuqueiros… Se não sumirmos em nossa felicidade!

 

dentro de ti

Posted in Buk & Baiestorf, Nossa Arte with tags , , , , , on setembro 18, 2011 by canibuk

dentro de ti estou,

gritas de prazer ou dor?

debate-se de um lado para o outro

por quê?

calma que já vou sair,

todo molhado

de seu sangue avermelhado

pois agora

sou um punhal feliz!

Poesia de Petter Baiestorf com pintura de Leyla Buk (“She’ll Swallow your Cum, And your Blood” da série “Putas Bêbadas”).

O Porco, Os Aleijados e a Sereia

Posted in Buk & Baiestorf, Nossa Arte with tags , , , , , , , , on setembro 14, 2011 by canibuk

O mudo grita para seus amigos,

O cego olha as ninfas no abismo,

O surdo escuta o pianista sem dedos,

O andarilho sem pernas corre feliz sapateando.

.

E eu não me importo com mais nada;

Agora só quero arrancar o rabo

de peixe da linda sereia amada

e devorá-lo para descobrir

que gosto tal iguaria possuí!!!

Poesia de Petter Baiestorf com pintura de Leyla Buk (“Bitch-Absinthe Cryin” da Série “Putas Bêbadas”).

1 Ano de Canibuk

Posted in Buk & Baiestorf, Nossa Arte with tags , , , , on setembro 2, 2011 by canibuk

Hoje o Canibuk está em festa!

Os Canibuks: Leyla Buk & Baiestorf.

Estamos completando nosso primeiro ano de existência neste dia 02 de setembro de 2011. Exatamente um ano atrás, em 2010, Leyla Buk sugeriu que começássemos um blog. Escolhemos um nome e combinamos que íamos falar apenas do que a gente curte no blog e está sendo ótimo este espaço para divulgármos, principalmente, a arte que apreciamos. Um anos depois, 445 posts depois (o que dá uma média de mais de um post por dia), 181.692 acessos depois (sendo que o dia 08 de junho teve o maior número de acessos num único dia com 1.967 visitas), continuo achando lindo como nossa parceria continua funcionando de maneira maravilhosa!

Então, se você é leitor habitual do Canibuk, hoje é dia de abrir um vinho, pedir uma caipirinha, pegar uma cerveja, bebericar uma cachaça ou um chopp geladinho e comemorar com a gente este primeiro ano de existência do blog. Se depender da gente vamos continuar trazendo dicas de cultura underground por muitos vários anos ainda! E somos agradecidos à todos que estão sempre aqui no Canibuk lendo os posts e comentando. Um brinde à todos nós…

Tesão no Velório

Posted in Buk & Baiestorf, Nossa Arte with tags , , , , , , on agosto 15, 2011 by canibuk

Ella, minha garota, terminava de bebericar sua quinta caipirinha em menos de uma hora, já estava ficando bêbada quando levantei para pegar mais uma cerveja na velha geladeira com a lataria carcomida pela ferrugem. Olhei para ela dizendo:

“A gente poderia achar um velório, o que tu acha?”

Ella sorriu.

“Porra, simmmm! Mas temos que achar um destes velórios onde fique rolando bebidas na madrugada, aquele lance de beber ao morto, saca?”

“Isso gata, tava pensando bem num destes velórios, com bebidas de graça!”

Ella foi ao banheiro se arrumar. E eu, bem, eu virei a latinha de cerveja inteira goela abaixo, ficando um pouco mais grogue.

Era quase uma da madrugada quando chegamos na capela católica que era um lugar “tiro & queda”, sempre rolava algum velório ali. Fomos entrando entre um e outro tropeço na porra de uma escadinha que dava acesso ao local onde havia um caixão contendo uma jovem de mais ou menos uns 27 anos. A menina morta tinha sua palidez de cadáver avacalhada por uma enorme cicatriz que lhe atravessava todo o rosto, desfigurando-a, dando uma espécie de bizarra felicidade à sua face. Ninguém chorava. Uns poucos gatos pingados, não mais que seis pessoas, estavam distantes do caixão rindo de alguma piadinha idiota. O cadáver da menina morta não sorria. Ella e eu também não estávamos sorrindo porque com uma rápida passada de olhos pelo ambiente, constatei que não havia bebidas no velório. Ninguém estava bebendo ao cadáver. Ninguém nem fumava ao cadáver. Porra de gentalha sem espírito de festa.

Olhei para Ella que parecia desapontada e falei resmungando:

“Que caralho, não dá prá acreditar que nos velórios de hoje em dia ninguém mais bebe ao morto!”

Ella, sempre mais calma do que eu, falou apontando para uma porta que estava fechada e que provavelmente daria acesso à cozinha da capela:

“Aposto que tem vinho ali!”

Discretamente, fomos até a porta e entramos sem que nenhum dos vivos percebesse. Era sim a cozinha da capela e num armário, ao lado do fogão à gás, havia algumas garrafas de vinho. Seria o vinho do Padre? Melhor ainda se fosse o vinho do Padre, é sempre ótimo roubar algo de um Padre pedófilo filho da puta. Ou algo assim!

Ella abriu sua bolsa e pegou nosso saca-rolha, que também é abridor de garrafas de cerveja, e plop, garrafa aberta, garganta molhada, felicidade na mente. Enquanto Ella bebia grandes goles do vinho, puxei seus peitos para fora de sua camiseta e comecei a lamber seus mamilos pontudos que logo ficaram durinhos. Meti a mão por baixo de sua saia e meus dedos encontraram sua bucetinha, sem calcinha, completamente molhada. Ella estava com tesão. Peguei a garrafa de vinho e bebi. Ella abriu meu zíper e agarrou meu pau, que começava a endurecer, com fome de porra. Com a boca Ella me chupava com violência, metendo ele todo na garganta. O vinho era uma merda, mas o boquete de Ella fazia-o ficar divino. Depois de alguns minutos me estuprando com sua boca maravilhosa, Ella parou de me chupar e levantou colocando meu pau de volta para dentro das calças.

“Amor, está quieto demais aqui, não escuto mais as risadinhas daquele pessoal!”

Porra, verdade, a capela toda estava mergulhada num silêncio mortal. Abrimos a porta da cozinha da capela e espiamos para fora. Tudo era silêncio. Na capela somente o caixão daquela jovem com a imensa cicatriz no rosto sorrindo para nós. Como ela teria adquirido aquela cicatriz? Provavelmente em algum acidente de carro, mas gosto de pensar que a menina tenha sido estuprada pelo Bispo da região e que ele tenha marcado o rosto dela com seu facão santo.

Enquanto fiquei nesses devaneios sexuais imaginando a defunta numa orgia de sangue e porra com o Bispo, Ella, que sempre foi mais prática do que este que vos escreve, apareceu com mais uma garrafa de vinho surrupiada do armário da cozinha da capela. Santo armário da cozinha da capela, porra, era melhor que Cristo na mágica de fazer surgir vinho do nada. Bebi vários goles bem generosos e coloquei meu pau prá fora das calças novamente, escorando minha bunda contra o caixão da jovem defunta. Ella ajoelhou diante do meu pau e voltou a engolir ele inteiro, dando uma piscadinha cúmplice para mim com seu olho esquerdo. Ella e eu sempre que temos oportunidade ficamos com joguinhos sexuais em lugares públicos ou inusitados.

“Morde meu saco!” falei sentindo a glande do pau entrando pela garganta dela.

Então Ella colocou minhas bolas na boca e mordeu. Porra, adoro quando ela morde meu saco, mas acho que todos os caras com saco adoram isso. Posso estar enganado, lógico, nesta onda de puritanismo deste início de século, está cheio de Mané que só gosta de trepar no escuro, estilo papai-mamãe. São doentes.

Ella se levantou, pegou a garrafa de vinho e se virou de costas para mim. Meti meu pau duro na buceta dela e comecei uma série de estocadas fortes, penetrando-a fundo enquanto segurava na sua cintura, controlando nossos movimentos. Ella rebolava animada no meu pau. Minha bunda ficava batendo contra o caixão da jovem defunta que balançava a cada metida que eu dava na buceta de Ella. Depois de alguns minutos, já todo suado, comecei a ficar cada vez mais ofegante. Estava quase gozando na buceta quando Ella falou:

“Me diz quando tu vai gozar que quero beber tua porra!”

“Eu já vou gozar!”

Ella tirou meu pau de dentro de sua buceta e bruscamente se virou para receber minha porra em sua boquinha. Exatamente nesta ação que deixei o peso do meu corpo contra o caixão e caí, com caixão e tudo, gozando quente e grosso, urrando de prazer. Bati com a cabeça no chão, louco de tesão, ejaculando uma quantidade absurda de porra. Boa parte de minha porra caiu exatamente no rosto da menina morta, deixando a cicatriz dela toda esporrada.

Ella ria descontrolada tentando dizer:

“Você se machucou gato?”

Levantei com meu pau melecado e um galo na cabeça. Ella ainda deu uma lambidinha na cabeça do meu pau prá limpar a porra que ficou por ali. Comecei a rir descontrolado também ao ver o rosto do cadáver cheio de porra.

“É melhor a gente cair fora gato!”

E saímos dali por uma janela que havia na cozinha da capela onde os velórios católicos da cidade eram realizados. Antes de voltarmos para nossa casa passamos por um posto de gasolina onde pegamos mais vinho, a noitada ainda estava longe de acabar. Depois do posto de gasolina nosso pileque ficou tão grande que simplesmente, tanto Ella quanto eu, não lembramos de porra nenhuma. Acordamos em casa, depois do meio-dia.

Acendi um cigarro enquanto esperava o café passar e Ella foi pegar o jornal que trazia em sua capa a bombástica notícia de uma garota que havia sido molestada e assassinada com uma facada no rosto pelo Bispo católico e havia ressuscitado durante seu velório na capela católica na madrugada. EXTRA, EXTRA, MILAGRE NA CAPELA SÃO PEDRO. Os religiosos atribuíam o milagre ao Jesus Cristo que teria recompensado a garota devolvendo-lhe a vida pelos maus tratos que sofreu do Sr. Seu Bispo, um agente de Satanás infiltrado entre os católicos puros de coração, e, continuava a matéria do jornal,  já se apressavam em querer torná-la a mais nova santa de sua igreja.

Ella e eu tivemos novo ataque de riso, não tão forte quanto o da madrugada porque nossas cabeças estavam pesadas demais por conta da ressaca. Caralho, minha santa porra ao serviço da Igreja, não é demais?

 Escrito por Petter Baiestorf com ilustrações de Leyla Buk.

Enlouquecendo com as Deliciosas Lambidas nas Dobras do Saco Cerebral

Posted in Buk & Baiestorf with tags , , , , , , , , , , on junho 13, 2011 by canibuk

Era sete da noite. Ou sete da manhã. Ou meio-dia. Minha cabeça rodava, pulsava, dançava, pileque desgraçado, mais de 24 horas bebendo pinga, cerveja, vodka, tequila, chopp, vinho sem parar. E parar prá que? A bebida molhava minha garganta e ativava a imaginação, me ajudava no processo de criação de minhas obras. Fodia o corpo, mas alimentava o cérebro. Bem, tanto faz como tanto fez para alguém que acorda com a cabeça pulsando, maçã do rosto grudada no vômito de um desconhecido. Latinhas de cerveja, garrafas de vinho, tequila, vodka, pinga se misturavam acumuladas espalhadas pelo chão do quarto. Um quarto. Como porra fui parar nesta porra de quarto. Levanto. Meu rosto se solta do vômito seco fazendo um barulho engraçado, barulho de sonhos adiados. Sento-me no chão, pego várias latinhas de cerveja na mão e uma a uma estão vazias. Avisto dois dedos de pinga numa garrafa caída e me arrasto de quatro até ela. Bebo tudo de único gole. Melhor cirrose do que tremedeiras. Garganta arde enquanto meus olhos avistam uma garota nua, amarrada, num canto do quarto. Minha escrava sexual? Talvez, talvez!!! Levanto-me. Aquela garota nua amordaçada, indefesa, me enche de tesão. Caminho até ela e paro pertinho. Seu rosto na altura do meu pau. Seguro a cabeça dela e encosto contra meu pau sob a calça jeans com respingos de vômito. Teria ela vomitado em mim na noite anterior? Enigmas alçando vôo em minha pulsante cabeça. A garota me olha nos olhos, nervosa. Sente o calor do meu pau contra seu rosto. Sente o cheiro do meu pau. A corda que passa entre os lábios de sua buceta fica molhadinha, os líquidos da garota escorrem por suas pernas gostosas. Tesão!!! Preciso de um gole de pinga. Sempre preciso! Meu pau cresce, meu pau se contorce, meu pau incha, infla. Os lábios da garota beijam meu pau sob a calça. Meto a mão dentro das calças e tiro meu pau prá fora, bate contra o rosto da garota imobilizada que olha prá ele apavorada. Meu pau é duas serpentes taradas sedentas pela buceta molhadinha da garota. Meu pau tornado duas serpentes taradas arrancam a mordaça da escrava sexual e uma das cabeças penetra-lhe a boca, se enfiando molhada até na garganta dela num frenético vai e vem. Lágrimas. A segunda cabeça cheira a bucetinha molhada, afasta a corda e entra sem cuidados na buceta lubrificada. Minha cabeça não compreende muito bem o que acontece mas o prazer das estocadas é tanto que pego outra garrafa com alguns dedos de pinga e bebo generosos goles. Minhas duas cabeças de serpente taradas estupravam a boca-buceta da garota. O cheiro do sexo me deixa cada vez mais tarado. Demente-tarado. Tiro a cabeça de serpente da boca da garota e dou cuspidinha-ejaculada de porra no rosto dela e minha serpente libidinosa desliza até na bunda gostosa da escrava e lambe seu cuzinho cheiroso. Ela goza com minhas lambidinhas anais. A segunda serpente mete cada vez mais rápida na bucetinha enquanto a primeira serpente abre caminho pelo cu da menina, penetrando-lhe duplamente de maneira alucinada as entranhas saborosas da garota imobilizada. Bebo mais pinga sentindo prazer intenso. Físico e mental. Jogo a garrafa vazia contra a parede e com minhas mãos livres posso começar a beliscar os mamilos daqueles peitos redondinhos dela. Cada vez mais ofegante sinto que vou gozar, meu pau melecado tornado duas serpentes procura a boca-rosto da escrava e gozo litros de porra quente, lambuzando a garota que goza de prazer ao receber o esperma contra seu rosto, bebericando generosos goles do meu líquido carregado de amor etílico. Prazer! Prazer intenso!!!

Texto de Petter Baiestorf.

Ilustração de Leyla Buk.

Serge Gainsbourg & Jane Birkin Inspiration.

Posted in Buk & Baiestorf with tags , on fevereiro 5, 2011 by canibuk

Um tempinho atrás, numa dessas madrugadas que Leyla e eu ficamos procurando material pela net, estávamos num animado bate-papo sobre o Serge Gainsbourg, Jane Birkin e o filme deles chamado “Je T’aime Moi Non Plus” (aqui no Brasil se chama “Paixão Selvagem” e já saiu em DVD pela Cult Classic), do qual sou fã antes mesmo de saber quem era Serge Gainsbourg e que tinha passado prá Leyla assistir pois achei que ela iria adorar (como de fato adorou). Aí, neste animado bate-papo, procura de material pela net, Leyla achou essa foto linda do casal Serge/Jane (primeira foto abaixo) que resolvemos homenagear fazendo uma fotinho nossa em pose parecida. Resolvemos compartilhar com vocês as duas fotos, a original de Serge/Jane  e a nossa:

Em tempo, deixar um vídeo do Serge Gainsbourg cantando e Jane Birkin dançando neste clip. É toscão, como a maioria dos clips dos anos 60/70, mas muito melhor e divertido que qualquer vídeo clip atual: