Arquivo para zumbis

Lifeforce: Vampiras Peladas e seus Zumbis Elétricos

Posted in Cinema with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on abril 13, 2012 by canibuk

“Lifeforce” (Força Sinistra, 1985, 116 min.) de Tobe Hooper. Com: Mathilda May, Steve Railsback, Peter Firth e Frank Finlay.

Primeiro dois fatos introdutórios: Em 1986 eu tinha 12 anos e na época éramos bombardeados pela imprensa sobre a aparição do cometa Halley que iria acontecer em breve, minha geração (na época tudo pré-adolescente) ficou empolgada e ansiosa pela expectativa do aparecimento do cometa que “visita” nossa órbita a cada 76 anos. Lembro que naquele ano o objeto de desejo de todo pré-adolescente era uma luneta. Pulo para 1989 (ou 1990, não lembro mais as datas) quando a rede Globo exibiu “Força Sinistra” em sua programação, meninos que em 1985/1986 tinham 11/12 anos, agora estavam com seus 15/16 anos, já colecionavam filmes de horror e sci-fi em suas memórias (os videocassetes ainda não eram tão populares), os mistérios do cometa Halley ainda estavam frescos em suas cabeças e toda essa geração se surpreendeu com a mistura gore, horror, sci-fi e erotismo que a dupla O’Bannon-Hooper havia levado às telas com “Lifeforce”.

A história do filme é um primor: Após investigar o cometa Halley, os tripulantes do ônibus espacial Churchill encontram uma espaçonave alienígena escondida na corona do cometa e dentro da nave três criaturas humanóides nuas em animação suspensa (entre elas Mathilda May, então no auge de sua beleza), que são levadas à bordo do ônibus espacial. Na viagem de regresso o controle da missão perde contato e uma missão de resgate é enviada, encontrando o ônibus espacial completamente destruido, com excessão dos três aliens. Já no Planeta Terra, cientistas e militares se preparam para estudar os corpos dos aliens quando descobrem que eles estão vivos e se alimentam de energia vital dos seres humanos. Logo a vampira gostosa está andando livre (e nua, para nossa felicidade) por Londres e, para desespero de todos, os cientistas descobrem que as vítimas dela, depois de duas horas, voltam como vampiros zumbis, eslhando pelas ruas de Londres caos e destruição, em magníficas seqüências envolvendo muito gore e violência.

“Lifeforce” foi o primeiro de três filmes que Hooper realizou para a Cannon Group (dos picaretas Menahem Golan e Yoram Globus), os outros dois foram “Invaders from Mars”, refilmagem do filme homônimo de William Cameron Menzies, de 1953) e “The Texas Chainsaw Massacre 2” (1986). O roteiro de “Lifeforce” toma como base o livro “The Space Vampires” (1976) de Colin Wilson e teve o orçamento de 25 milhões de dólares (uma quantia muito alta para os anos 80), se transformando num mega-fracasso de bilheteria. Várias cenas previstas para serem filmadas acabaram sendo suspensas porque o estúdio ficou sem dinheiro durante a produção. Mesmo assim Hooper tentou, em vão, lançar uma versão de 128 minutos (que acabou sendo podada para essa versão de 116 minutos que tanto adoramos). Antes de Hooper entrar no projeto, o filme tinha sido oferecido à Michael Winner (diretor do clássico “Death Wish/Desejo de Matar”). Um dos roteiristas do filme é Dan O’Bannon, responsável pela direção do clássico “The Return of the Living Dead/A Volta dos Mortos-Vivos” (1985) e por ter escrito grandes clássicos da sci-fi, como “Dark Star” (1974) de John Carpenter, “Alien” (1979) de Ridley Scott e “Total Recall/O Vingador do Futuro” (1990) de Paul Verhoeven.

Tobe Hooper ficou mundialmente conhecido em 1974 quando lançou o cult “The Texas Chainsaw Massacre/O Massacre da Serra-Elétrica”. Nascido em 1943 na cidade de Austin, Texas, começou a chamar atenção já com seus curtas “The Heisters” (1965) e “Eggshells” (1969). Quando juntou 60 mil dólares com amigos e colegas de faculdade para filmar “The Texas Chainsaw Massacre”, já havia trabalhado em mais de 60 documentários. Com o sucesso deste pequeno filme de horror, Hooper acabou conseguindo realizar “Eaten Alive” (1977), seu primeiro filme com aval finaceiro de Hollywood. Em 1981 dirigiu outro clássico do gênero horror, “Funhouse/Pague para Entrar, Reze para Sair”, filme bastante elogiado que o aproximou de Steven Spielberg que lhe ofereceu um roteiro de invasão alienígena chamado “Night Skies”, sobre uma família sendo atacada por aliens. Hooper recusou e “Night Skies” acabou virando “ET – The Extra-Terrestre” (1982). Juntos a dupla Hooper-Spielberg realizou “Poltergeist”, um dos mais xaropes filmes de Tobe, na minha opinião. Depois dos filmes que dirigiu para a Cannon Group, Hooper nunca mais realizou nenhum filme relevante (apesar de continuar na ativa dirigindo filmes medíocres).

Em 1979 a Cannon Group foi comprada pelos primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus e ganharam muito dinheiro nos anos de 1980 produzindo clássicos de ação estrelados por Chuck Norris (“The Delta Force”, “Invasion USA”, entre muitos outros) e as seqüências de “Death Wish” (estreladas por Charles Bronson em grande forma). Golam-Globus, como eram conhecidos, produziam todo tipo de filmes, de “Barfly” (inspirado em Bukowski) até “The Last American Virgin/O Último Americano Virgem”, passando por filmes de horror, sci-fi, romances, musicais, policiais e qualquer outro gênero que lhes parecesse lucrativo, chegando a produzirem 43 filmes em 1986. Claro que uma produção tão intensa assim teve inúmeros fracassos comerciais e, em 1988, a francesa Pathé Communications tomou controle da Cannon Group, depois do fracasso “Superman IV: The Quest for Peace”.

“Lifeforce” foi lançado em DVD no Brasil, sem extras, pela MGM DVD logo no começo do mercado de DVD’s brasileiros. É imperdível!

por Petter Baiestorf.

Trailer Oficial de Desalmados – O Vírus

Posted in Cinema with tags , , , , , , , , , , , , on fevereiro 27, 2012 by canibuk

“Desalmados – O Vírus” (2012, trailer oficial) de Raphael Borghi. Com: Gus Stevaux, Fábio Menezes, Laerte Késsimos, Vinna Prist, Che Moais e Kapel Furman. Produção de André de Freitas “Rasta” e Armando Fonseca; Fotografia de Thiago Morais; Trilha Sonora de Bad Luck Gamblers; Edição de Armando Fonseca e Roteiro de André de Freitas, Diele Mendes e Raphael Borghi.

Horror Business e Arma Filmes apresentam o trailer oficial do filme “Desalmados – O Vírus”, que conta a história de cinco jovens paulistanos que precisam sobreviver a uma epidêmia de zumbis iniciada por um vírus criado pela indústria farmacêutica. Neste filme o maquiador e diretor Kapel Furman (de “Pólvora Negra”) é alçado a condição de ator e interpreta Isaac, ex-policial que surge para ajudar os jovens em fuga. O filme também conta com produção e edição do talentoso Armando Fonseca, diretor do curta “Velho Mundo” e editor do documentário “T.A.I.” de Juliana Gregoratto.

Segue o trailer de “Desalmados – O Vírus”:

Raphael Borghi dá ao Canibuk um importante depoimento de como foram as filmagens de “Desalmados – O Vírus” que será lançado ainda neste ano nos melhores festivais de cinema fantástico do Brasil:

“Começamos como um trabalho de faculdade, eu, André de Freitas “Rasta” e a Diele Mendes. Com o roteiro pronto e muitas coisas decididas, vimos viabilidade em fazer algo legal, que pudesse ser algo além de um trabalho de faculdade e acabar morrendo dentro de uma gaveta. Naqueles tempos eu estava engrenando com o trabalho de efeitos especiais, tinha um mínimo de conhecimento e estava maluco para testar.

Um ano depois de idealizado começamos a pré produção: locações, veículos. equipamentos, atores, autorizações da polícia – da CET – da prefeitura de Bragança, cronogrâma, alimentação, transporte, decupagem, reuniões, afinar o roteiro, figurantes, e um lugar para descansar a carcaça no final das diárias. Nessa época minha vida e de mais alguns foi voltada completamente para isso. Não comíamos, não dormíamos e não sorriamos. Mas conseguimos quase tudo que queríamos, dentro das limitações estabelecidas, tanto de experiência profissional quanto monetária. O lado bom, foi conseguir agregar tantos bons profissionais no elenco. Bons como atores e como pessoas. Que estavam dispostos a caminha conosco.

(2 dias antes de começar a rodar o Desalmados, eu e Thiago “Quadrado” estavamos frodando a última diária do filme Pólvora Negra do Kapel Furman).

Umas da coisas debatidas na época, era qual seria a câmera usada. Tínhamos a HVX200 que a faculdade disponibilizava, mas não podia viajar e ficar um longo período, tendo que devolver 24horas após a retirada. O que nos fodia! Ou poderíamos alugar alguma câmera, o que acabou sendo descartado após orçar algumas câmeras que queríamos como a EX3 ou até a própria HVX, o dinheiro estava curto e uma opção caiu do céu. Um amigo, Marcel Tosta, que é câmera, tinha uma HVX200 e estava em São Paulo a trabalho. Mostrei um pouco do projeto para ele, e logo estávamos filmando a primeira diária do filme, no final de 2009. Por desencontro de datas, e precisando ser tudo muito encima, tivemos que conversar com outro câmera, Thiago “Quadrado”, que assim como nós, estava começando na época, tinha comprado uma HVX, e estava disposto a encarar a maratona.

Foram longas, divertidas, e cansativas diárias.

Testamos boa parte do que queríamos no filme. Conseguimos autorização do Secretário de Transito e Segurança de Bragança Paulista, que colocaria a policia a par do que estaríamos fazendo no endereço que passamos. Não tivemos problemas na maioria das locações de Bragança, filmamos em uma igreja, no dia que teria reunião do grupo religioso dos freqüentadores. Até certo ponto achamos que poderia dar tudo errado: Um ônibus cheio de religiosos, idosos, crianças e adultos, chegava no set, enquanto tínhamos dois atores caracterizados como infectados, cheios de sangue, a faixada da igreja lavada de sangue, devido a cena anterior que havia uma ação que jorrava sangue, e um dos ass. de produção, Thales Greco, enterrado pela metade com suas tripas para fora para substituir o ator que faria o personagem morto. Mas para surpresa, ocorreu tudo bem, alguns entenderam o espirito da coisa e relevaram numa boa. A tática era sorrir e acenar sem culpa.

Na locação do desmanche, fizemos um sujeito atirando inúmeras vezes com um revólver e com uma doze, depois pulava encima de uma pick up e pegava a estrada. Repetimos algumas vezes os tiros em corpo nos zumbis, durante toda a tarde. Teria sido o ápice, se não fosse a intervenção da polícia que chegou, no final da tarde, pilhada em 5 barcas para acabar com a festa, não deixando que filmássemos o take 2 do último plano do dia. Algum sujeito que passou pela estrada, viu uma movimentação suspeita, ligou para a polícia e comunicou que viu um sujeito atirar em um homem com uma doze, e fugir em uma pick up. Na mesma hora a polícia estava lá. Nos avisaram que foi dado o alerta, porque é comum eles receberem chamadas para aquela região, pois é território do PCC, e coisas estranhas costumavam acontecer naquela área. (Só ficamos sabendo naquele momento). Resultado: ficamos até de noite nos explicando e apresentando documentos.

Mas tirando alguns imprevistos, tudo ocorreu bem.

Ao final do processo, conseguimos agregar mais um sujeito que foi decisivo para a realização do projeto. Armando Fonseca assumia a edição do filme. Ele já havia feito algumas diárias como produtor ao longo do filme, e é tão, ou mais aficionado que eu pelo gênero, por isso ele era o cara perfeito para o cargo! Ele decidiu encarar a maratona de edição das madrugadas intermináveis.  Fizemos o primeiro corte ao final das filmagens, já em 2010. Mas na época ficou difícil tocar um projeto que gostávamos, e trabalhar para ganhar algum dinheiro ao mesmo tempo. Por conta disso, e alguns outros fatores, o filme ficou mais ou menos uns 8 meses parado. Mas foi tempo o suficiente para amadurecermos profissionalmente, e voltar vendo o filme com outros olhos. Por volta de junho de 2011,voltamos a edita-lo, e limamos as sobras que antes achávamos legais, mas não acrescentavam para o desenrolar da trama, e tentamos deixar o corte o mais ágil possível.

Em paralelo, na mesma época, estava em estúdio com os Bad Luck Gamblers gravando a primeira faixa da trilha sonora do filme, no estúdio Hot Jail em São Bernardo do Campo. A trilha ainda esta sendo produzida.

Também no youtube, você pode ouvir a primeira faixa da trilha sonora do curta que é assinada pela banda de psychobilly Bad Luck Gamblers:

Zumbis – O Livro dos Mortos

Posted in Cinema, Literatura with tags , , , , , on março 24, 2011 by canibuk

Saiu no Brasil o livro “The Book of the Dead” (de 2005, título brasileiro: “Zumbis – O Livro dos Mortos”, 350 páginas) de Jamie Russell, com todo tipo de informação sobre os zumbis no cinema, histórias de bastidores das produções, uma delíciosa filmografia zumbi e, especialmente para a edição Brasileira, um capítulo de atualização com informações sobre “Mangue Negro”, “A Capital dos Mortos”, “Era dos Mortos” e “Porto dos Mortos” (“Zombio”, o primeiro filme de zumbis brasileiros, já se encontrava resenhado na edição original). James B. Twitchell, em sua pesquisa sobre o fascínio ocidental pelo terror, mostrou-se indiferente quanto aos mortos-vivos, disse:

“O mito do zumbi parece ter defeitos, por conta de sua falta de complexidade. O Zumbi é na verdade uma múmia em roupas casuais, sem vida amorosa e com grande apetite. Ambos são autômatos; nada habilidosos nem heroicos. Eles apenas zanzam por aí (Karloff chamava isso de “meus passinhos”), arrastando os pés como colegiais sem acompanhante antes do baile. Diferentemente do vampiro, que é engenhoso, circunspecto e erótico, seus primos são lesmas sub-humanas. O Zumbi é um cretino absoluto, um vampiro lobotomizado, e é isso que tende a levar (todos os filmes posteriores a “I Walked With a Zombie”, 1943) a ser pouco mais que veículos de violência explícita, cheios de gente (geralmente homens) se cutucando e ocasionalmente se alimentando uns dos outros. O zumbi é tão raso que até Abbott e Costello recusaram-se a encontrá-lo”.

Ou seja, poucos monstros de filmes de terror são tão malvistos quanto o zumbi e Russell corrige isso ao dar o verdadeiro destaque que os zumbis merecem em um livro imperdível sobre este sub-gênero do horror cultuado por hordas de zombie-fans fanáticos por sangue e vísceras ao redor de todo o planeta Terra. E prova com argumentos porque as produções com zumbis permaneceram marginalizadas na indústria cinematográfica, a passagem seguinte diz muito:

“Apesar do inegável sucesso de “White Zombie” (1932), poucos dos grandes estúdios estavam interessados em ir atrás dos mortos-vivos. Grandemente considerado como pouco mais que um feliz acaso de bilheteria, “White Zombie” não incentivou nenhum renomado produtor a considerar filmes sobre cadáveres que andam ou (sobre) o Caribe. A maioria das instituições de Hollywood considerava o zumbi pouco mais que um emergente irregular, um sucesso passageiro e de segunda linha. Não convencidos de que havia lucro em ver mortos caminharem, os grandes estúdios viraram as costas para os zumbis, e a antiga associação desses monstros com filmes de baixo orçamento e o desprezo da crítica começou.”

Aqui no Brasil, pessoal que acompanhava o maravilhoso mundo dos fanzines, deve lembrar de empreitada semelhante do fanzineiro Coffin Souza que, em 1999, lançou um “Suspiria Especial Zumbis” com uma pesquisa semelhante (que tentava listar todos os filmes com zumbis já produzidos).

O preço normal do “Zumbis – O Livro dos Mortos” parece ser R$ 45,00, mas já encontrei em sites de venda por R$ 35,00. Pode comprar que é tão delicioso quanto ver corpos podres andando por aí em busca de cérebros fresquinhos!

Lobisomens, Vampiros & Zumbis

Posted in Cinema with tags , , on fevereiro 2, 2011 by canibuk

A revista digital Showtime lançou 3 DVDs imperdíveis que trazem 10 clássicos da bagaceirada cinematográfica dos USA/Europa. Ao preço de R$ 7.90 cada DVD, ache por aí os 3 volumes que se chamam “Lobisomens, Vampiros & Zumbis”.

“Lobisomens, Vampiros & Zumbis Vol. 1” com 4 filmes: “A Noite de Walpurgis” (“Werewolf Vs. The Vampire Woman”, 1971) de León Klimovsky sobre duas garotas vampiras que acordam de seu sono eterno e precisam lidar com algo pior que elas; “Teenage Zombies” (1959) de Jerry Warren sobre adolescente raptados por um cientista malvado que quer dominar o mundo com seus zumbis; “A Noite do Lobo” (“Moon of the Wolf”, 1972) de Daniel Petrie sobre um xerife que investiga brutais assassinatos e começa a desconfiar que a violência toda está sendo perpetuada por um lobisomem; e “A Revolta dos Zumbis” (“Revolt of the Zombies”, 1936) de Victor Halperin sobre um Conde que pretende dominar todos os continentes do planeta com seu exército de zumbis.

“Lobisomens, Vampiros & Zumbis Vol. 2” com 3 filmes: “Convenção dos Vampiros” (“Gebissen Wird Nur Nachts”/”The Vampire Happening”, 1971) de Freddie Francis sobre uma famosa atriz de Hollywood que visita um Castelo e começa a descobrir suas origens malditas; “Os Ritos Satânicos de Drácula” (“The Satanic Rites of Dracula”, 1973) de Alan Gibson com Christopher Lee e Van Helsing se enfrentando como Drácula e Van Helsing, respectivamente; e “A Verdadeira História do Lobisomem” (“Wolfman”, 1979) de Worth Keeter sobre um homem que descobre estar amaldiçoado após a morte de seu pai e precisa encontrar a cura.

“Lobisomens, Vampiros & Zumbis Vol. 3” com 3 filmes: “O Vampiro da Era Atômica” (“Seddok, L’Erede di Satana”/”Atom Age Vampire”, 1960) de Anton Giulio Majano sobre uma dançarina que tem seu rosto desfigurado e um cientista promete trazer de volta sua beleza, mas seus experimentos são bizarros; “O Lobisomem de Washington” (“The Werewolf of Washington”, 1973) de Milton Moses Ginsberg sobre um secretário do governo amaericano que é mordido por lobisomens numa viagem e agora poderá virar o presidente dos USA; “O Túmulo do Vampiro” (“Grave of the Vampire”, 1974) de John Hayes sobre uma mulher estuprada por vampiro que dá luz à um bebê metade humano, metade vampiro.

abaixo trailer dos filmes (ficou faltando os trailers de “Wolfman” (1979) e “Grave of the Vampire” (1974) que não consegui achar no youtube):

O que Fazer no Caso de um Ataque de Zumbis???

Posted in Vídeo Independente with tags , , , , , on janeiro 21, 2011 by canibuk

Nos últimos anos, com popularização dos filmes de zumbis (que já virou um subgênero de horror e comédia à parte) e das “Zombie Walks”, é cada vez mais presente a pergunta: O que fazer no caso de um ataque de zumbis?

Tem gente que prefere se esconder numa fazenda, outros em shoppings e até casos de pessoas se escondendo em pubs londrinos (onde rola uma cervejinha e um amendoin enquanto os mortos-vivos procuram por miooooolos frescos). Outras pessoas tentam domesticar os zumbis, um pessoal mais “from hell” se arma e sai atirando em tudo que caminha capengando (os coxos que se cuidem!!!), mas a grande maioria das pessoas faz o que sempre fez na vida: CORRE!!!!!

Eu não me preocupo muito em fugir dos zumbis, em caso de uma epidêmia de mortos-vivos eu quero ser, lógico, um morto-vivo prá comer todo mundo!!!

Encontrei no youtube esse divertido vídeo que ensina o que fazer em caso de ataque de zumbis.

“What to do In A Zombie Attack” (2006, 14 min.), bom texto escrito por Paul Scafield e dirigido por Joey Carrillo e atuações prá lá de cara de paus. O vídeo é dividido em 3 partes, todas elas neste vídeo de 14 minutos).

Night of the Living Dead (1968)

Posted in Cinema with tags , , on novembro 9, 2010 by canibuk

Aproveitando que no dia 2 de novembro Leyla e eu postamos aqui um especial de zumbis (que a gente adora) com vários posts no tema, resolvi colocar link do filme “The Night of the Living Dead” (1968) de George A. Romero, que tá em domínio público e rola inteiro no youtube. Para ler mais sobre este filme vá para o post “Zumbizada do Romero”.

E zumbis nunca são demais!!!

THE NIGHT OF THE LIVING DEAD

Judith O’Dea, Russell Streiner, Duane Jones e Keith Wayne

roteiro JOHN A. RUSSO, GEORGE A. ROMERO

produção RUSSELL W. STREINER, KARL HARDMAN

direção GEORGE A. ROMERO.